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Vamos navegar em novas águas

Uma boa notícia para quem acompanha este blog, nascido em 8 de março: estamos em nova e grandiosa embarcação para navegar os mares da internet – o portal R7.

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Real Madrid, é claro

Real Madrid 91 x 79 Bauru.

Acabou há pouco, no Ginásio do Ibirapuera, o sonho do Bauru de conquistar o título da Copa Intercontinental de Basquete.

A equipe do técnico Guerrinha havia vencido o primeiro jogo, na sexta-feira, por 91 a 90, mas não resistiu hoje ao poderio do campeão europeu.

Deu a lógica: Real Madrid, campeão.

Guerrinha gostou:

– Jogamos de igual para igual com o Real Madrid e isso é muito emocionante. A gente poderia ter vencido hoje, mas lógico que precisamos entender que o Real Madrid é uma equipe de muita qualidade.

Bauru e Real Madrid disputam caneco no Ibirapuera

Ricardo Fischer:

Ricardo Fischer: “chance de fazer história” x Sergio Llull: “sei que não vai ser fácil”

O Bauru, campeão da Liga das Américas, faz às 21 horas desta sexta-feira, no Ginásio do Ibirapuera, contra o Real Madrid, campeão da Euroliga, o primeiro e dificílimo jogo pelo título da Copa Intercontinental 2015, que os brasileiros gostam de tratar como Mundial. Até parece que um campeão mundial de basquete pode sair de uma competição de que não participe nenhuma equipe da NBA.

Exageros à parte, o título da Copa Intercontinental, disputado em dois jogos, tem enorme valor, tanto que a equipe paulista comandada por Guerrinha resolveu se reforçar exclusivamente para a competição – reincorporando o ala Gui Deodato, que hoje Rio Claro, e, também por empréstimo passageiro, incorporando ao elenco o pivô Rafael Mineiro, do Limeira.

Não é novidade a estratégia oportunista do Bauru. No ano passado, o Flamengo também utilizou um reforço de aluguel para vencer o Maccabi Tel Aviv na Copa Intercontinental – o norte-americano Derrick Caracter.

Nem por isso se pode apostar no bis. O campeão europeu é uma equipe fortíssima, com estrelas como o lituano Jonas Maciulis e o norte-americano Trey Thompkins e cinco dos jogadores que deram à Espanha na semana passada o título europeu de seleções e a vaga na Rio-2016.

O favoritismo do Real não desanima o armador Ricardo Fischer:

– É um sonho disputar um Mundial, principalmente por ser aqui no Ibirapuera. Temos ciência de que o Real Madrid é uma grande equipe, mas também sabemos que as coisas se resolvem dentro da quadra. Estaremos em casa. É nossa chance de fazer história.

Sergio Llull, armador e ídolo do Real, demonstra respeito ao time brasileiro:

– Sabemos que Bauru é uma equipe que joga muito bem no contra ataque, arremessa muitas bolas de três pontos, está com muita vontade de vencer. Sei que não vai ser fácil.

O segundo jogo, também no Ibirapuera, será disputado ao meio-dia do domingo. O título ficará com a equipe que vencer as duas partidas, claro, ou tiver o melhor saldo de cestas em caso de uma vitória para cada lado. Em 2014, o Flamengo perdeu o primeiro jogo por 69 a 66, mas se sagrou campeão ao vencer o segundo por 90 a 77.

Atualização

Após ficar em desvantagem de 17 pontos no terceiro quarto, o Bauru garantiu a vitória sobre o Real Madrid por 91 a 90 a quatro segundos do fim do jogo

Basquete faz festa para o ouro em Toronto

Basquete: muita alegria pelo ouro

Basquete: após Brasil 86 x 71 Canadá, muita alegria pelo ouro 

Sem os jogadores que atuam na NBA, o Brasil garantiu em Toronto o quarto ouro nas últimas cinco edições dos Jogos Pan-Americanos ao derrotar, há pouco, o Canadá por 86 a 71.

É o primeiro título do treinador Ruben Magnano depois de cinco anos de trabalho com a seleção brasileira, conquista que ele comemorou discretamente:

– Saímos do Brasil falamos falando do sonho de ganhar uma medalha. Estou feliz, principalmente com o jogo sólido e coletivo mostrado pela equipe durante toda a competição.

O Brasil começou o jogo contra o Canadá com toda disposição e fechou o primeiro quarto em 26 a 13 e o primeiro tempo em 48 a 29, mas permitiu uma certa reação dos anfitriões no segundo e fechou a vitória com uma diferença de 15 pontos, o que não impediu o time de fazer uma enorme festa no pódio.

Raulzinho se divide entre o verão, a NBA e o Pan

Raulzinho: de licença da seleção para negociar com a NBA

Raulzinho: de licença da seleção para negociar com a NBA

Imagine a Seleção liberar um jogador dos treinamentos, às vésperas de uma competição oficial, para que ele viaje ao exterior e negocie a transferência para um novo clube.

Seria uma grita generalizada, né?

O futebol é uma coisa, o basquete é outra. A CBB dispensou dos treinamentos para o Pan-Americano que começa na sexta-feira em Toronto o armador Raulzinho, que joga no time da Universidade Católica de Murcia, da Espanha, e está negociando a transferência para o Utah Jazz, da NBA.

Raulzinho jamais escondeu o jogo. Numa entrevista  publicada pelo site da CBB em 21 de abril, responde de forma muito clara a três perguntas bem objetivas:

Em 2013, você foi draftado pelo Utah Jazz. Qual a expectativa para jogar a primeira temporada na NBA?

Eu tento não pensar muito nisso. Procuro pensar em etapa por etapa. É claro que é um grande sonho que tenho, mas não me sinto pressionado. Vou seguir treinando forte para o dia que chegar essa oportunidade eu esteja pronto para disputar a NBA.

O ano de 2015 tem Jogos Pan-Americanos e Pré-Olímpico das Américas. Pensa em disputar estas competições pela Seleção Brasileira?

Ainda estou esperando o treinador (Ruben Magnano) para uma conversa, mas também ainda não conversei com meus pais nem com meu agente. Ainda não decidi o que vou fazer no meu verão. É sempre um desejo meu defender a seleção brasileira, mas também tenho outros sonhos. Depende de muita coisa.

Quais sonhos você já conseguiu realizar e quais ainda faltam?

Já consegui disputar uma Olimpíada (Londres/2012), dois Campeonatos Mundiais (Turquia/2010 e Espanha/2014) e algumas temporadas no basquete espanhol. Ainda falta jogar na NBA.

Imagine o que se diria por aqui se Neymar ou Oscar ou Thiago Silva ou Marcelo falassem assim…

Raul Togni Neto, o Raulzinho viajou na semana passada e continua inscrito no Pan. A seleção brasileira embarca para o Canadá na sexta-feira.

Pechincha

LeBron James tenta há meses vender por US$ 17 milhões sua mansão em Coconut Grove, bairro de muitas celebridades em Miami. Não é uma mansão qualquer: tem 1.581 metros quadrados de área construída e conta com um píer para dois iates.

Como não encontrou comprador até agora, o superastro da NBA está baixando a pedida para US$ 15 milhões.