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Bi mundial, Ana Marcela sonha com pódio olímpico

Ana Marcela: ouro nos 25km

Ana Marcela: ouro nos 25km 

A brasileira Ana Marcela Cunha, que havia ficado com bronze na prova dos 10km, conquistou a medalha de ouro nos 25km disputados neste sábado no Mundial de Esportes Aquáticos de Kazan.

A baiana de 23 anos é agora bicampeã mundial da mais longa e dura prova das maratonas aquáticas.

Dona de sete medalhas em Mundiais,  Ana Marcela sonha com o pódio olímpico no Rio:

– Agora é pensar em 2016.

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Os melhores do Pan: sai Cuba, entra o Canadá

Decidido o vôlei masculino, com ouro para a Argentina e prata para o Brasil, fecha-se conta das medalhas no Pan-Americano de Toronto. No  grande pódio:

  • EUA: 103 ouros, 81 pratas, 81 bronzes – 265 medalhas
  • Canadá: 78 ouros, 69 pratas, 70 bronzes – 217 medalhas
  • Brasil: 41 ouros, 40 pratas, 60 bronzes – 141 medalhas

Em 2011, no Pan de Guadalajara, tinha sido assim:

  • EUA: 92 ouros, 79 pratas, 66 bronzes – 237 medalhas
  • Cuba: 58 ouros, 35 pratas, 43 bronzes – 136 medalhas
  • Brasil: 48 ouros, 35 pratas, 58 bronzes – 141 medalhas

Excesso de bagagem não é problema para eles

Dez dos 41 países que disputaram o Pan-Americano despedem-se de Toronto sem uma medalha sequer.

Outros oito levarão apenas uma medalhinha na bagagem – a única de ouro foi conquistada pela atleta Lavern Spencer, de Santa Lúcia, no salto em altura com a marca 1,94m.

Tudo começou com Formiga

Formiga: terceiro ouro em Pan

Formiga: terceiro ouro pan-americano

Miraildes Maciel Mota é uma baiana de 37 anos que o mundo da bola conhece como Formiga.

É a única jogadora em todo o mundo que participou de todas as cinco Olimpíadas em que o futebol foi incluído. Duas vezes conquistou a prata, em Atenas/2004 e em Pequim/2008. Certamente vai tentar o ouro em 2016. Afinal, Formiga é eterna.

Há pouquinho, acabou de conquistar o terceiro ouro em Jogos Pan-Americanos, tantos quantos tem o futebol feminino do Brasil.

Conquistou seu terceiro ouro pan-americano em festa de gala: o Brasil goleou por 4 a 0 a Colômbia numa noite irrepreensível de Formiga e  companheiras.

Foi ela que abriu a goleada, fazendo 1 a 0, de cabeça, logo aos 6 minutos. Nada mais justo. Não foi com ela que começou em Santo Domingo no ano de 2003 esta história que se converteu em tri na noite deste sábado de julho de 2015 em Toronto?

E justiça fará o Olimpo se lhe der a medalha de ouro quando ela se despedir da seleção brasileira no Rio/2016.

Basquete faz festa para o ouro em Toronto

Basquete: muita alegria pelo ouro

Basquete: após Brasil 86 x 71 Canadá, muita alegria pelo ouro 

Sem os jogadores que atuam na NBA, o Brasil garantiu em Toronto o quarto ouro nas últimas cinco edições dos Jogos Pan-Americanos ao derrotar, há pouco, o Canadá por 86 a 71.

É o primeiro título do treinador Ruben Magnano depois de cinco anos de trabalho com a seleção brasileira, conquista que ele comemorou discretamente:

– Saímos do Brasil falamos falando do sonho de ganhar uma medalha. Estou feliz, principalmente com o jogo sólido e coletivo mostrado pela equipe durante toda a competição.

O Brasil começou o jogo contra o Canadá com toda disposição e fechou o primeiro quarto em 26 a 13 e o primeiro tempo em 48 a 29, mas permitiu uma certa reação dos anfitriões no segundo e fechou a vitória com uma diferença de 15 pontos, o que não impediu o time de fazer uma enorme festa no pódio.

Este ouro está sempre em boas mãos

Tamires tinha um ano na última derrota do Brasil

Tamires tinha um ano na última derrota do Brasil

As meninas do Brasil mostraram mais uma vez que este é o país do handebol.

A vitória das campeãs mundiais sobre as argentinas por 25 a 20 vale o quinto ouro consecutivo nos Jogos Pan-Americanos.

Nas cinco edições em que conquistou o ouro, a seleção brasileira não perdeu nenhum jogo.

A pivô Tamires Morena, que hoje abriu o caminho para a vitória sobre a Argentina ao desempatar o jogo quando o placar registrava 9 a 9,  tinha um ano de idade quando a seleção brasileira feminina perdeu pela última vez um jogo no Pan-Americano.

Foi em 1995, em Mar del Plata. O Brasil perdeu para os Estados Unidos por 29 e 26 na primeira fase e voltou da Argentina apenas com a prata.

No máximo, bronze

Esperava-se mais dos garotos brasileiros no jogo em Hamilton pela vaga na final do futebol.

Durante 73 minutos, o Brasil jogou com 11 contra apenas dez uruguaios, pois o zagueiro Lemos foi expulso logo aos 9 minutos de jogo.

Nem por isso soube aproveitar a vantagem e só foi fazer 1 a 0 aos 28 do segundo tempo graças a um pênalti, marcado com certo rigor, do goleiro De Amores em Erik. Clayton cobrou,  De Amores rebateu, Clayton mandou de volta para o gol.

Nem dez minutos se passaram e o brasileiro Dodô foi expulso, justamente, por chutar Suárez.

Com dez contra dez, o Uruguai virou o jogo em apenas um minuto, com um gol de Schettino aos 40 e outro de Santos aos 41.

E, assim, os uruguaios, que têm até agora apenas uma prata na Vela e dois bronzes no Atletismo, vão tentar o ouro contra o vencedor de México x Panamá.

E os brasileiros vão brigar pelo bronze. Ouro pan-americano no futebol é sonho reservado às meninas do Brasil.