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Dilma está por dentro dos acontecimentos

Se você pensa que a presidente Dilma não sabe bem o que está acontecendo, enganou-se, meu bem.

Eis o que ela tem a dizer em face dos últimos acontecimentos:

– O Brasil encerra os Jogos Parapan-Americanos de Toronto em 1° lugar no quadro de medalhas. Foram 109 ouros! Parabéns! Agora é continuar a preparação para fazer ainda mais bonito nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

Assim a presidente comemorou hoje a bem sucedida campanha que a equipe paraolímpica do Brasil fechou ontem no Canadá.

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Os melhores do Pan: sai Cuba, entra o Canadá

Decidido o vôlei masculino, com ouro para a Argentina e prata para o Brasil, fecha-se conta das medalhas no Pan-Americano de Toronto. No  grande pódio:

  • EUA: 103 ouros, 81 pratas, 81 bronzes – 265 medalhas
  • Canadá: 78 ouros, 69 pratas, 70 bronzes – 217 medalhas
  • Brasil: 41 ouros, 40 pratas, 60 bronzes – 141 medalhas

Em 2011, no Pan de Guadalajara, tinha sido assim:

  • EUA: 92 ouros, 79 pratas, 66 bronzes – 237 medalhas
  • Cuba: 58 ouros, 35 pratas, 43 bronzes – 136 medalhas
  • Brasil: 48 ouros, 35 pratas, 58 bronzes – 141 medalhas

Excesso de bagagem não é problema para eles

Dez dos 41 países que disputaram o Pan-Americano despedem-se de Toronto sem uma medalha sequer.

Outros oito levarão apenas uma medalhinha na bagagem – a única de ouro foi conquistada pela atleta Lavern Spencer, de Santa Lúcia, no salto em altura com a marca 1,94m.

Dupla frustração para as meninas do vôlei

Em Omaha, no Nebraska, as brasileiras foram derrotadas por 3 sets a zero e deram antecipadamente às norte-americanas o título do Grand Prix de Vôlei.

Em Toronto, no Canadá, as brasileiras foram derrotadas por 3 sets a zero e cederam às  norte-americanas a medalha de ouro do Pan-Americano.

Por mais forte que seja o vôlei feminino do Brasil, bicampeão olímpico, não é fácil dividir a seleção em duas para encarar competições tão difíceis.

O Ministério do Esporte que bate continência

Charles Chibana: saudação militar no pódio do Pan

Charles Chibana: saudação militar no pódio do Pan

Não são poucos os atletas brasileiros que têm batido continência à bandeira e/ou ao hino nacionais ao subir ao pódio no Pan-Americano de Toronto.

O brigadeiro Carlos Amaral, diretor do Departamento de Desporto Militar do Ministério da Defesa contou ao repórter Daniel Brito, do UOL, que quase foi às lágrimas quando viu um de seus atletas fazer o gesto pela primeira vez ao receber a medalha de ouro:

 – Continência é uma saudação militar. Não é uma obrigação prestar continência no Hino ou à Bandeira ali no pódio, mas não posso negar que fiquei muito emocionado quando vi o Charles Chibana batendo continência no pódio. De casa, eu bati continência para ele, foi emocionante, vibrante demais, um grande gesto patriótico.

O gesto, um tanto inusitado para os civis que acompanham as competições esportivas, tem uma explicação óbvia: não são poucos os atletas brasileiros treinados e financiados pelas Forças Armadas.

Em Toronto, dos 590 atletas que representam o Brasil, 123 são do Exército, da Marinha ou da Aeronáutica.

Eles e elas competem em várias modalidades: Atletismo, Badminton, Ciclismo, Esgrima, Golfe, Judô, Lutas associadas, Natação, Pentatlo moderno, Taekwondo, Tiro com arco, Tiro esportivo e Triatlo.

Handebol, Levantamento de peso e Vela só têm representantes femininas.

Boxe, Hóquei sobre grama, Maratonas aquáticas e Vôlei de praia só têm representantes masculinos.

O Programa de Atletas de Alto Rendimento, do Ministério da Defesa,  garante a todos eles soldo, 13º salário, plano de saúde, atendimento médico, odontológico, fisioterápico e  alimentação, além de alojamento, local para treinamento e comissão técnica especializada.

A defesa nacional está, pois, assegurada, pelo menos em campos, quadras, pistas, piscinas, mares, ringues e tatames.