Arquivo da categoria: Vôlei

Vamos navegar em novas águas

Uma boa notícia para quem acompanha este blog, nascido em 8 de março: estamos em nova e grandiosa embarcação para navegar os mares da internet – o portal R7.

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Venha com a gente.

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Dupla frustração para as meninas do vôlei

Em Omaha, no Nebraska, as brasileiras foram derrotadas por 3 sets a zero e deram antecipadamente às norte-americanas o título do Grand Prix de Vôlei.

Em Toronto, no Canadá, as brasileiras foram derrotadas por 3 sets a zero e cederam às  norte-americanas a medalha de ouro do Pan-Americano.

Por mais forte que seja o vôlei feminino do Brasil, bicampeão olímpico, não é fácil dividir a seleção em duas para encarar competições tão difíceis.

O país do vôlei invade as praias da Holanda

As duplas brasileiras brilham nas areias holandesas.

É todo brasileiro o pódio feminino do Mundial de Vôlei de Praia: Ágatha e Bárbara, campeãs, Fernanda Berti e Taiana, vice-campeãs, e Juliana e Maria Elisa, que ficaram em terceiro lugar.

No degrau mais alto do pódio masculino, os campeões Alison e Bruno Schmidt. No terceiro lugar, Evandro e Pedro Solberg. Entre as duplas brasileiras, os vice-campeões holandeses Christiaan Varenhorst e Reinder Nummerdor.

Desta vez, Bernardinho não estará na quadra

Bernardinho: na arquibancada do Mineirinho

Bernardinho: na arquibancada do Mineirinho

Não se assuste quando você olhar para a quadra do Mineirinho, às 14 horas desta sexta-feira, 29, e não encontrar Bernardinho gesticulando e berrando como louco na lateral enquanto Serginho e companhia encaram a seleção da Sérvia no primeiro jogo do Brasil na Liga Mundial.

O treinador brasileiro, suspenso por dez jogos pela Federação Internacional de Vôlei, faz pouco de sua ausência:

– Não significa muita coisa. Eu tenho pessoas ao meu lado que são extensão do que eu penso.

E, assim, ao procurar Bernardinho na quadra, você encontrará Rubinho, seu assistente técnico.

Bernardinho estará na arquibancada torcendo por Rubinho e pelo décimo caneco. Afinal, embora seja o maior campeão da Liga Mundial, com nove títulos, o vôlei masculino do Brasil não venceu nenhuma das últimas quatro edições.

Atualização

O Brasil venceu por 3 sets a 2, parciais de 24/26, 25/17, 25/22, 26/28 e 15/11.

Que pena, Fofão…

Fofão: faltou a última medalha - Imagem: FIVB

Despedida de Fofão: faltou a última medalha – Imagem: FIVB

Não foi o adeus dos sonhos da levantadora Hélia Rogério de Souza Pinto.

Em seu último jogo como profissional, decidindo na Suíça  o terceiro lugar do Campeonato Mundial de Clubes, o Rio de Janeiro foi derrotado pelo Volero Zurich por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/17 e 25/18, e assim, aos 45 anos, nossa multicampeã Fofão dá adeus às quadras de vôlei sem ter conquistado a última medalha que disputou.

A última vez de Fofão

Fofão: despedida na Suíça

Fofão: despedida na Suíça

O Rio de Janeiro de Bernardinho começa nesta quinta-feira, dia 5, a caminhada rumo ao título inédito de campeão mundial, enfrentando o anfitrião Volero Zurique às 15 horas (de Brasília).

A mais bem sucedida equipe do nosso vôlei feminino conta pela última vez com a levantadora Fofão, que espera se despedir em definitivo das quadras no domingo, dia 10, trazendo de Zurique a taça de campeã mundial.

Aos 45 anos, Fofão garante que sentirá saudades de Bernardinho, mas vai mesmo trabalhar com Zé Roberto Guimarães na comissão técnica da seleção feminina.

Ninguém mais do que ela merece este título em jogo na Suíça.

Atualização

As meninas do Rio de Janeiro venceram as anfitriãs 3 sets a 1, parciais de 30/28, 25/22, 33/35 e 25/22.

Fofão se despede como campeãFofão: campeã da Superliga pela sexta vez ao se despedir da torcida – Imagem: Beneclick

Hélia Rogério de Souza Pinto, 45 anos completados em 10 de março, acaba de se despedir das quadras brasileiras com mais uma vitória na carreira de tantas glórias.

Daqui em diante, só se verá Fofão em quadras suíças, no  começo de maio, de novo com a camisa do seu Rio de Janeiro, disputando pela última vez o Mundial de Clubes.

Campeã pela sexta vez da Superliga, e mais vezes teria sido se não tivesse saído do Brasil e rodado o mundo para ser igualmente campeã italiana, campeã espanhola e campeã turca, Fofão disputou cinco Olimpíadas, ganhou o ouro em Pequim e o bronze em Atlanta em Sydney.

São tantos os títulos, por times e pela Seleção, que, ao se despedir da torcida brasileira na vitória por 3 sets a 0 do Rio de Janeiro sobre o Osasco e levantar pela sexta o caneco da Superliga, esta incomparável levantadora paulistana nos surpreende apenas por mostrar que, ao contrário do que todos pensávamos, não é eterna.

Ficará, porém, eternamente na história do vôlei.