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Clodoaldo e a alegria de voltar à Seleção

Clodoaldo: foto para o pai de Fernandinho - Foto: Rafael Ribeiro / CBF

Clodoaldo: pose para o pai de Fernandinho – Foto: Rafael Ribeiro / CBF

Clodoaldo Tavares de Santana, chamado agora para atuar como seu “auxiliar pontual” da comissão técnica durante a preparação do time para a Copa América, está voltando nesta sexta-feira para Santos, feliz da vida com a experiência:

– Desde que fui chamado pelo Gilmar e pelo Dunga, passei a viver a ansiedade de me apresentar à Seleção Brasileira. Ao voltar para casa agora, depois de 12 dias de convívio, posso dizer que vivi momentos de realização e orgulho por ter feito parte desse grupo.

Humilde como sempre, o volante do tri e eterno santista, contou ao site da CBF antes de retornar:

– O Fernandinho veio me cumprimentar e contar que o pai dele era meu fã. E que o sonho dele era ver o filho um dia jogando como eu. Pediu para tirar uma foto, que ia mandar para o pai. Isso não tem preço, me deixou orgulhoso.

Tomara que Fernandinho realize o sonho do pai. Clodoaldo jogava muito.

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Antes de Everaldo, houve Oreco

Denise Helena recebe de Clodoaldo homenagem  a  Everaldo - Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Denise Helena recebe de Clodoaldo homenagem a Everaldo – Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Denise Helena, filha de Everaldo, o lateral esquerdo da Seleção que conquistou o tricampeonato mundial em 1970, recebeu ontem no gramado Beira-Riouma réplica da camisa usada naquela gloriosa campanha em campos mexicanos e uma camisa atual autografada por todos os jogadores chamados por Dunga para disputar a Copa América.

Companheiro de Everaldo naquele timaço que tinha Pelé, Carlos Alberto, Gérson, Rivellino e Tostão, Clodoaldo entregou as camisas a Denise Helena antes de Brasil 1 x 0 Honduras.

A merecida homenagem está registrada pelo site da CBF com um erro factual ao se referir ao lateral gremista como “primeiro jogador gaúcho a ser campeão do mundo”.

Na verdade, o primeiro foi Valdemar Rodrigues Martins, gaúcho de Santa Maria, conhecido no mundo da bola como Oreco, que jogou sete anos pelo Internacional e oito pelo Corinthians, campeão do mundo em 1958, como reserva do mitológico Nilton Santos.