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Adivinhe quem é ouro de novo em Pequim

Usain Bolt: no revezamento 4 x 100m, o terceiro ouro no Mundial

Bolt: no revezamento 4 x 100m, terceiro ouro em Pequim

Pois é, ele promete e cumpre: Usain Bolt acaba de ganhar o terceiro ouro no Mundial de Atletismo em Pequim fechando a prova do revezamento 4 x 100m pela imbatível equipe da Jamaica, com a marca de 37s36, a melhor do ano.

Os Estados Unidos de Justin Gatlin ganharam a prata, com o tempo de  37s77. O bronze é dos chineses.

É o terceiro ouro conquistado por Usain Bolt em Pequim, o 11º na história dos Mundiais – três nos 100m, quatro nos 200m e  quatro nos 4x100m.

Atualização

Um erro na passagem do bastão de Tyson Gay para Mike Rodger acabou custando, depois da prova, a desclassificação da equipe norte-americana. Assim, a prata foi para os chineses, com o tempo de 38s01. O Canadá ganhou o terceiro lugar no pódio.

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Mundial de Atletismo: o Brasil é Fabiana Murer

Fabiana Murer 218 x

O atletismo brasileiro tem poucas chances de conquistar uma medalha no Mundial que começa neste sábado em Pequim (noite de sexta no Brasil). Uma exceção, gloriosa, é no salto com vara, mais uma vez com Fabiana Murer.

Aos 34 anos, decidida a se aposentar após a Rio/2016, Fabiana Murer ganhou a prata no Pan-Americano de Toronto, saltando 4,80m, marca que lhe teria dado o ouro na Olimpíada de Londres, como este blog registrou em 23 de julho na nota Nem na Olimpíada se viu algo igual.

Nossa candidata ao pódio no Mundial de Atletismo vai encarar adversárias fortíssimas: a cubana Yarisley Silva, ouro no Pan, a norte-americana Jennifer Shur, bronze no Pan e atual campeã olímpica, e a grega Nikoléta Kyriakopoúlou,  que saltou 4,83m, a melhor marca do ano, na etapa de Paris da Liga Diamante.

Thiago Braz, também no salto com vara, é outro que sonha com a medalha, pois já chegou a saltar 5,92m nesta temporada, mas fracassou no Pan, não tendo passado dos 5,40m. Será uma ótima surpresa se subir ao pódio em Pequim.

Quase todos os outros 56 atletas da delegação brasileira estão na China para fazer figuração. Uns poucos esperam chegar às finais de suas provas. Nada mais.

Em todas as edições do Mundial, o Brasil tem cinco bronzes, cinco pratas e um único ouro, conquistado pela própria Fabiana Murer em 2011.