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Alex volta a alegrar os palmeirenses

Alex: muitos gols e títulos com a camisa do Palmeiras

Alex: muitos gols e títulos com a camisa 10 do Palmeiras

Os palmeirenses têm hoje uma boa chance de esquecer as chateações dos últimos dias e relembrar tempos de alegria: a partir das 17 horas, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, Alexsandro de Souza estará autografando sua biografia.

Alexsandro de Souza, que ganhou festa oficial de despedida dos campos em 28 de março, como você pode relembrar em O adeus de um craque incomparável, publicado no mesmo dia neste blog, jogou 141 vezes, marcou 78 gols, e foi campeão da Copa do Brasil de 1998, da Libertadores da América de 1999 e do Torneio Rio-São Paulo de 2000 com a camisa 10 do Palmeiras.

Título do livro de Marcos Eduardo Neves, publicado pela Editora Planeta: Alex, a biografia. Poderia ser: Alex, o craque.

Nas semifinais, Santos x São Paulo e Palmeiras x Grêmio

Pato: gols e aplausos no Morumbi

Alexandre Pato: gols e aplausos no Morumbi

O Sobrenatural de Almeida Rodrigues não apareceu em nenhum dos campos em que rolou a bola na noite desta quarta-feira, 23, e assim se desenharam mais fortemente na rodada inaugural das quartas de final as semifinais que se esboçaram desde que foram sorteados os confrontos: Santos x São Paulo e Palmeiras x Grêmio são os jogos que devem definir os finalistas da Copa do Brasil.

No Orlando Scarpelli, Gabigol fez 1 a 0 para o Santos, que vai precisar apenas de um empate na Vila, quinta-feira que vem, para se garantir nas semifinais. O Figueirense já era.

No Beira-Rio,  Alex fez 1 a 0 para o Internacional depois que Lucas Barrios já tinha perdido um pênalti, mas Rafael Marques entrou no segundo tempo para empatar o jogo. O 1 a 1 dá ao Palmeiras a chance de se classificar na próxima quarta-feira com um reles 0 a 0.

No Maracanã, o Flu até que tentou, mostrando um pouco do futebol que sumiu nas últimas rodadas do Brasileirão, mas não saiu do 0 a 0 com o Grêmio. No jogo de volta, em Porto Alegre, dificilmente os gremistas deixarão escapar a vaga nas semifinais. Basta-lhe um golzinho.

No Morumbi, a diferença técnica entre os dois times decidiu a parada: São Paulo 3 x 0 Vasco. Alexandre Pato fez o primeiro e o segundo, Luis Fabiano fechou a conta. Nem o Sobrenatural de Almeida Rodrigues mudará as coisas no jogo em São Januário. O São Paulo já está nas semifinais.

O futuro incerto de um ex-craque

Alex e Ronaldinho - Foto: Twitter

Alex e Ronaldinho – Foto: Twitter

Sobre Ronaldinho Gaúcho e o destino que tomará após sair do Querétaro Fútbol Club, não há nada mais a dizer do que disse outro grande craque, agora comentarista da ESPN, Alexsandro de Souza, o Alex.

Esqueça as especulações, deixe de lado as ‘informações’ plantadas aqui e ali pelo empresário Assis, irmão de Ronaldinho, e confira o  vídeo com o comentário curto e fino como um drible de Ronaldinho ou do próprio Alex. Veja aqui.

Eles sabem como é perder uma Copa América

Quarteto Montagem 116Alex, Juninho, Belletti e Denílson: dos gramados em 2001 para os estúdios em 2015

Será curioso acompanhar na TV o trabalho de Belletti, Juninho Pernambucano, Alex e Denilson como comentaristas da Copa América.

Nos tempos em que dava trato à bola dentro do campo, o ilustre quarteto estava no time que perdeu para Honduras por 2 a 1 na Colômbia e caiu fora da Copa América de 2001 já nas quartas de final.

Foi a única derrota do Brasil diante dos hondurenhos em toda a história do futebol.

O quarteto embute uma dupla que também sabe o que é ganhar uma Copa América: Denílson foi campeão em 1997; Alex, em 1999 e em 2004.

O adeus de um craque incomparável

Alex - 28.3.2015Imagem: Beneclick

Poucas horas depois da conquista do título brasileiro de 2003, perguntei ao maior craque do melhor Cruzeiro de todos os tempos:

– O Alex teria vaga naquele time?

E Tostão me respondeu, de pronto:

– Ele teria de jogar na minha posição ou na do Dirceu e acho que está no mesmo nível da gente. Como jogávamos com um volante, o Piazza, dois meias, o Dirceu Lopes e eu, dois pontas e um centroavante, poderíamos também tentar uma mudança tática para encaixar o Alex sem tirar um de nós dois.

Haverá elogio maior ao regente daquele Cruzeiro campeão de 2003?

Os craques sempre se rendem ao talento incomum deste meia que, em três passagens anteriores pelo Palmeiras, brilhara com igual intensidade e por isso será homenageado hoje à noite, em reconhecimento raro no nosso futebol, com um jogo oficial de despedida no Allianz Parque. Devidamente autorizado por Ademir da Guia, a quem se achou no dever de pedir permissão, Alex vestirá a camisa 10.

Basta conferir uma pequena parte da lista de craques que confirmaram presença na festa para entender a importância de Alex na história do nosso futebol: além do próprio Ademir, estarão lá Djalminha, Edmundo, Evair, Felipe, Gamarra, Júnior, Leonardo, Marcos, Rivaldo, Zico e Zinho.

Os muito palmeirenses que me perdoem, mas, dentre os vários textos que já escrevi sobre este craque marcado por certa aura intelectual, hoje acentuada pelo ar grave que lhe impõem os óculos de grau e pela lúcida atuação como um dos líderes do Bom Senso, reproduzo, a seguir, A bola pequenina do craque Alex, publicado no site NoMínimo uns quatro meses antes de ele se sagrar campeão brasileiro de 2003. Continuar lendo