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O Flamengo é uma festa

A torcida rubro-negra pode festejar: Alan Patrick, Paulinho, Everton, Pará e Marcelo Cirino estão de volta.

O alegre quinteto voltou ao Ninho do Urubu nesta manhã.

Só Marcelo Cirino, em tratamento, não está treinando.

Oswaldo de Oliveira já conta com os demais para enfrentar o Goiás no domingo.

Benebol errou: Oswaldo pediu afastamento dos jogadores

Este blog errou feio na nota Punição de jogadores não passa por técnico do Fla, postada ontem, como fica claro no desmentido feito hoje por Oswaldo de Oliveira sobre o afastamento de Alan Patrick, Everton, Marcelo Cirino, Pará e Paulinho:

– Após conversa com o Bandeira e o Fred Luz, ficou decidido o afastamento. Eu queria puni-los. Eles erraram comigo. Partiu de mim essa punição.

Depois de assumir a responsabilidade pela punição, o técnico do Flamengo pegou leve ao falar do futuro do quinteto:

– Qualquer ser humano tem o direito de errar. Gosto deles, são excelentes meninos. Acredito  que podem voltar a nos ajudar no campeonato.

Punição de jogadores não passa por técnico do Fla

O técnico Oswaldo de Oliveira não participou da decisão de afastar da convivência com os demais colegas os cinco jogadores do Flamengo denunciados nas redes sociais por promover animada festinha no dia seguinte à derrota para o Corinthians – “num momento decisivo do campeonato”, como lamentou, com ar sério, o cartola Fred Luz ao anunciar a punição de Alan Patrick, Everton, Marcelo Cirino, Paulinho e Pará.

Dátolo confirma: o Atlético está na briga pelo caneco

Dátolo deixa rubro-negros para trás e marca quarto gol atleticano no Independência

Dátolo deixa rubro-negros para trás e marca quarto gol atleticano

É no Independência, onde paga aluguel ao América, que o Atlético Mineiro realmente joga em casa. Que o diga o Flamengo, que acaba de ser goleado por 4 a 1 em mais uma das ótimas partidas da equipe de Levir Culpi neste Brasileirão, desta vez com o argentino Dátolo como protagonista da companhia.

O placar é um tanto exagerado para um jogo marcado por relativo equilíbrio e que poderia ter resultado diferente se Alan Patrick não tivesse perdido um pênalti aos 9 minutos – aliás, o primeiro marcado a favor do Flamengo no campeonato.

Sete minutos depois, o zagueiro Marcelo mostraria que a tarde não era mesmo rubro-negra. Ao tentar cortar um cruzamento para Luan, cabeceou contra o goleiro Paulo Victor e fez 1 a 0 para o Atlético.

Aos 18, foi a vez Marcos Rocha retribuir, desviando o chute de Paulinho que Victor defenderia. O 1 a 1 refletia o que rolava em campo.

Dátolo começou, então, mandar no jogo. Aos 25, em cobrança de falta, colocou a bola na cabeça de Jemerson para que ele fizesse 2 a 1.

Já no segundo tempo, aos 9 minutos, cobrou um escanteio na cabeça de Jemerson. O zagueiro não perdoou: 3 a 1 para o Atlético.

E, para fechar a tarde de gala, Dátolo fez 4 a 1 aos 25. Um golaço: ele deixou dois ou três rubro-negros para trás, aplicou uma caneta em Pará e chutou forte e colocado para matar Paulo Victor.

O Atlético se mantém cinco pontos atrás do Corinthians e, a esta altura do Brasileirão, talvez seja o único adversário que ainda pode sonhar em lhe roubar o título. Afinal, sobram apenas 33 pontos em jogo até o fim do campeonato e o Grêmio, terceiro colocado, teria de descontar pelo menos nove de diferença para o líder para continuar sonhando com o caneco..

Quatro pontos atrás do Atlético, o Grêmio tem 48 e talvez deva se preocupar mais com a perseguição do Palmeiras, que o venceu ontem por 3 a 2, chegou aos 44 e voltou ao G-4.

E, mesmo após a derrota de hoje para o Avaí por 2 a 1, ainda não se pode eliminar o São Paulo desta briga por uma vaga na elite, com que sonham também o Flamengo e o Internacional, ambos com 41 pontos, e até o Atlético Paranaense, que, vencendo o Coritiba daqui a pouco, alcançará a mesma pontuação.

Está, pois, mais renhida a briga por duas vagas no G-4 do que pelo título brasileiro de 2015, que muito dificilmente não será de um alvinegro.