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O Flamengo é uma festa

A torcida rubro-negra pode festejar: Alan Patrick, Paulinho, Everton, Pará e Marcelo Cirino estão de volta.

O alegre quinteto voltou ao Ninho do Urubu nesta manhã.

Só Marcelo Cirino, em tratamento, não está treinando.

Oswaldo de Oliveira já conta com os demais para enfrentar o Goiás no domingo.

Benebol errou: Oswaldo pediu afastamento dos jogadores

Este blog errou feio na nota Punição de jogadores não passa por técnico do Fla, postada ontem, como fica claro no desmentido feito hoje por Oswaldo de Oliveira sobre o afastamento de Alan Patrick, Everton, Marcelo Cirino, Pará e Paulinho:

– Após conversa com o Bandeira e o Fred Luz, ficou decidido o afastamento. Eu queria puni-los. Eles erraram comigo. Partiu de mim essa punição.

Depois de assumir a responsabilidade pela punição, o técnico do Flamengo pegou leve ao falar do futuro do quinteto:

– Qualquer ser humano tem o direito de errar. Gosto deles, são excelentes meninos. Acredito  que podem voltar a nos ajudar no campeonato.

Punição de jogadores não passa por técnico do Fla

O técnico Oswaldo de Oliveira não participou da decisão de afastar da convivência com os demais colegas os cinco jogadores do Flamengo denunciados nas redes sociais por promover animada festinha no dia seguinte à derrota para o Corinthians – “num momento decisivo do campeonato”, como lamentou, com ar sério, o cartola Fred Luz ao anunciar a punição de Alan Patrick, Everton, Marcelo Cirino, Paulinho e Pará.

Todos queremos o Vasco de volta

Muro de São Januário 146Pichação nos muros de  São Januário na madrugada após Vasco 1 x 3 Cruzeiro

Foi há 58 anos. Eu tinha nove, mas me lembro bem do 14 de junho de 1957 e, em homenagem à imensa maioria vascaína que trabalha neste Benebol.com, vamos reviver sucintamente aquele dia de glória do campeão carioca em campos da França:

Dois dias depois de vencer por 3 a 1 o anfitrião Racing, o Vasco decidiu com o Real Madrid, que havia se sagrado campeão europeu duas semanas antes, o título do Torneio de Paris.

Resultado: depois de sair perdendo por 1 a 0, com um gol de Di Stefano no comecinho do jogo, o Vasco reagiu e venceu por 4 a 3, com dois gols de Válter Marciano, um de Vavá e um de Livinho, ficando com o caneco disputado no Parc des Princes.

Assim L’Équipe descreveu a reação vascaína ao gol relâmpago do Real:

E então, de maneira brusca, o Real desapareceu literalmente. Seriam as camisas de um vermelho pálido ou os calções de um azul triste que enfraqueciam a soberba equipe espanhola? Não; é que, antes, apareceram subitamente do outro lado os corpos maravilhosos, apertados nas camisas brancas com a faixa preta, de onze atletas de futebol, de onze diabos negros que tomaram conta da bola e não a largaram mais.

Durante a meia hora seguinte, a impressão incrível, prodigiosa que se teve foi de que o grande Real Madrid campeão da Europa, o intocável Real vencedor de todas as constelações europeias estava aprendendo a jogar futebol.

O quadro é bem diferente do que se viu ontem em São Januário no Vasco 1 x 3 Cruzeiro, né?

E aquele Vasco de Orlando, Válter, Sabará, Vavá e Pinga não pode contar com Paulinho e Bellini, que estavam a serviço da Seleção nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1958.

Por todas estas lembranças não tenho como discordar de quem pichou durante a madrugada os muros de São Januário com um pedido: “QRO MEU VASCO DE VOLTA”.

Eu também.