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Avaí demite Gilson Kleina após 34ª rodada

Gilson Kleina formava com Tite e Levir Culpi o trio de treinadores no comando de um mesmo time desde a primeira rodada do Brasileirão.

Formava.

Gilson Kleina foi demitido ontem pelo Avaí, primeiro time acima do Z-4, com 35 pontos, um a mais do que o Goiás, o primeiro dos quatro rebaixados

É o segundo técnico demitido após a 34ª rodada. Faltam quatro para acabar o Brasileirão.

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Sai Doriva, entra quem?

Faltam apenas quatro rodadas, mas como tudo é possível em nosso futebol, Doriva ainda pode emplacar o quarto emprego neste Brasileirão.

Ele já não trabalha no São Paulo, que começou o campeonato com Milton Cruz, trocou-o por Juan Carlos Osorio, que foi treinar a seleção do México e deu o lugar a Doriva, que comandou o time em sete jogos – com duas vitórias, um empate e quatro derrotas.

Segundo a assessoria de Doriva, ele foi chamado pelo diretor-executivo Gustavo Vieira de Oliveira e informado de que estava sendo demitido por é necessário “criar um fato novo no São Paulo”.

Quem vai substituir Doriva, que começou o campeonato no Vasco e passou pela Ponte Preta antes de se empregar e desempregar no Morumbi?

Milton Cruz, é claro. Como sempre.

Os técnicos passam, o presidente fica

Em 6 de abril, dia seguinte à derrota por 2 a 0 para o Botafogo em Ribeirão Preto,  na penúltima rodada da primeira fase do Paulistão, Muricy Ramalho pediu demissão do comando técnico do São Paulo e foi tratar da saúde. Tinha contrato até o final do ano.

Hoje, 6 de outubro, véspera da reapresentação do time para uma semana de treinamento antes de voltar à briga por uma vaga no G-4 do Brasileirão e outra na final da Copa do Brasil, Juan Carlos Osorio pediu demissão do comando técnico do São Paulo e vai dar novo trato à atividade profissional como treinador da seleção mexicana. Tinha contrato até o final de 2016.

Não é fácil trabalhar com Carlos Miguel Aidar, cada vez mais mais ligado nas lutas marciais.

Luxemburgo procura 16º emprego neste milênio

Saído há pouco do Cruzeiro, que já havia comandado de 2002 a 2004, Vanderlei Luxemburgo era o técnico da Seleção em 2000. Demitido após a Olimpíada de Sydney, também passou nos anos seguintes por:

♦ Corinthians

♦ Palmeiras – duas vezes

♦ Santos – três vezes

♦ Real Madrid

♦ Atlético Mineiro

♦ Flamengo – duas vezes

♦ Grêmio

♦ Fluminense

Luxemburgo: seis vitórias, três empates e dez derrotas com o Cruzeiro

Luxemburgo: a China como destino?

Não completou 90 dias de trabalho nesta segunda passagem pelo Cruzeiro, que em 2003 havia conquistado sob seu comando o Campeonato Mineiro, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro.

Agora, entre 3 de junho e 30 de agosto, Luxemburgo comandou o time em 19 jogos, 17 pelo Brasileirão e dois pela Copa do Brasil, com resultados decepcionantes: seis vitórias, três empates e dez derrotas.

Luxa vai agora em busca do 16º emprego em apenas 15 anos. Talvez na China.

 

Por que Joseph Blatter se cala?

Em entrevista publicada hoje pelo Estadão , o repórter Jamil Chade pergunta a Joseph Blatter, presidente da Fifa até que se escolha seu sucessor em fevereiro de 2016:

– Por que o senhor pediu demissão após a eleição?

E Blatter responde:

– Eu não me demiti. Isso é um erro. Nunca fiz isso. Estávamos numa situação de pressão. Um dia, vou dizer o que houve. Só me restava jogar a bola pra fora.

Por que será que Blatter não diz logo o que houve?

Inter justifica em dilmês a demissão de Aguirre

Diego Aguirre não é mais técnico do Internacional.

O presidente Vitorio Piffero justificou a demissão do treinador, às vésperas do Gre-Nal, no mais castiço dilmês:

– Resolvemos fazer antes do clássico para criar uma atmosfera para o clássico que possa nos ajudar. O fato de criar uma situação pré-Gre-Nal é porque estamos pensando no Gre-Nal. Talvez possamos ter outro rendimento no Gre-Nal.

Um homem de palavra

Quando contratou Adilson Batista para o comando técnico do Joinville há menos de dois meses, o presidente Nereu Martinelli garantiu:

– Ele está vindo para ficar o ano inteiro e o ano que vem se ele quiser. Podem tirar o presidente, mas eu não vou trocar de treinador.

Ontem, após a derrota por 2 a 0 para o Santos na Vila Belmiro, Martinelli mostrou o quanto vale a palavra de certos cartolas: demitiu o treinador.