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Valdivia persegue marca de Ademir da Guia

Está marcada para a tarde desta terça-feira a reapresentação do palmeirense Valdivia na Academia de Futebol.

É preciso esperar para ver.

Valdivia - 2014

Depois da viagem com a seleção chilena à Austria e à Inglaterra, sem ter tido o desprazer de entrar em campo nas derrotas para o Irã  e o Brasil, o meia passará por uma avaliação médica para saber se terá condições de jogar pelo Palmeiras contra o Mogi, sábado, pelo Paulistão.

Seria a estreia de Valdivia em 2015 e seu segundo jogo no Allianz Parque.

No primeiro, em 7 de dezembro de 2014, ajudou o Palmeiras a empatar por 1 a 1 com Atlético Paranaense e escapar do rebaixamento no Brasileirão. Foi a última vez que Valdivia entrou em campo, acontecimento histórico devidamente registrado na foto de Cesar Greco/Agência Palmeiras.

Parece brincadeira, mas não é: Ademir da Guia já jogou duas vezes no Allianz Parque.

Grandes seleções correm risco na Euro-2016

Encerrada a primeira metade das Eliminatórias para a Eurocopa de 2016, as seleções da Holanda, da Bélgica, da Hungria e da Rússia, entre outras menos tradicionais, correm risco de não ir à França.

Hoje colocadas em terceiro lugar nos seus grupos, teriam de disputar com Ucrânia, Suíça, Noruega e Albânia, num play off em novembro, as quatro vagas restantes.

Ou seja: anfitriã da Copa do Mundo de 2018, a Rússia pode nem sequer disputar o título europeu em 2016.

Cartola quer 24 times no Brasileirão

A proposta de mudança do Campeonato Brasileiro apresentada à CBF, à Globo e aos grandes clubes pelo presidente da Federação Baiana de Futebol, Ednaldo Rodrigues, não se limita a ressuscitar o mata-mata e enterrar os pontos corridos.

Aumenta de 20 para 24 o número de times na Primeira Divisão.

Deve ser a contribuição do cartola ao futebol baiano que está há 12 anos no poder.

Não se esqueça de que Bahia e Vitória foram rebaixados no ano passado e vão disputar a Segundona.

O povo não é bobo

O Ibope informa: neste domingo, o programa global de maior audiência na Grande São Paulo foi o Fantástico, que alcançou 21 pontos e, portanto, foi visto em mais de 1 milhão e 400 mil domicílios. No horário nobre!

Em seguida, com 18,5 pontos no Ibope, o amistoso Brasil 1 x 0 Chile. Ou seja: das 11 da matina às 13, Neymar e companhia eram vistos na telinha em 1 milhão e 240 mil domicílios da Grande São Paulo.

E o jogo foi transmitido também pelo SporTV.

Há quem diga que o brasileiro não dá mais bola para a Seleção.

É o fim: caiu a casa de Careca e Neto

Penhorado há quase quatro anos como garantia em processo trabalhista, o Brinco de Ouro não será mais do Guarani se os tribunais confirmarem a decisão tomada hoje pela juíza Ana Claudia Torres Vianna, da 6ª Vara do Trabalho de Campinas, que aceitou a proposta de R$ 105 milhões da Maxion Empreendimentos Imobiliários para arrematar o estádio. A Maxion pertence ao grupo gaúcho Zaffari, quinta maior redes de supermercados do País.

Sem teto, o Guarani tem novo técnico. Para substituir Marcelo Veiga, demitido ontem, contratou hoje Ademir Fonseca.

Campeão brasileiro de 1978 e vice em 1986, duas vezes vice-campeão paulista, a última em 2012, o Guarani disputa atualmente a Segundona do Paulistão.

Triste fim de linha para um clube que deu ao futebol brasileiro craques como Careca e Neto.

Mineira vai bandeirar na Copa do Mundo

A mineira Janette Mara Arcanjo será a única representante da arbitragem brasileira na Copa do Mundo de futebol feminino que será disputada no Canadá de 6 junho a 5 de julho.

A brasileira é uma das sete árbitras sul-americanas que trabalharão como bandeirinha na Copa do Mundo.

O apito está reservado a outras quatro representantes da Conmebol – uma argentina, uma colombiana, uma paraguaia e uma uruguaia.

Curiosamente, as seleções de Argentina, Paraguai e Uruguai não se classificaram para o Mundial.

A temporada começa (ou termina) na quarta

Muricy (2)Muricy, sempre combativo, anda abatido com o São PauloImagem: Beneclick 

Os números até que não são ruins: o São Paulo lidera, com folga, o Grupo A do Paulistão, tem quase 75% de aproveitamento e se classificou com boa antecedência para as quartas de final, e é o segundo colocado no Grupo 2 da segunda fase da Libertadores, com 66,6% de aproveitamento, dependendo apenas do próprio esforço para ir às oitavas.

A bolinha que o time está jogando é o problema. O São Paulo comandado por Muricy Ramalho já começou mal outras temporadas e soube reverter o início ruim em conquistas significativas – como o tri brasileiro em 2008, por exemplo. Desta vez, porém, a torcida  não parece acreditar numa reviravolta.

O São Paulo tem jogado muito mal, mesmo nas muitas vitórias sobre os pequenos, tropeçou diante dos grandes no Paulistão e na Libertadores, venceu até agora somente um adversário significativo –  por pífio 1 a 0, no Morumbi. Foi o San Lorenzo de Almagro, que o recepcionará em Buenos Aires na quarta disposto a lhe fechar de vez o caminho para a classificação na mais importante competição entre clubes das Américas.

A desconfiança da torcida e a má vontade de boa parte da cartolagem tricolor parecem abater o sempre combativo Muricy, que também anda com problemas de saúde e não tem mostrado nesta temporada a força interna indispensável à mobilização mental de um time fragilizado pelas críticas e incapaz de reagir por conta própria.

Para complicar a vida dos são-paulios, o San Lorenzo –  atual campeão da Libertadores e terceiro colocado no Grupo 2, três pontos atrás do São Paulo – está voltando a jogar bem e assumiu no fim de semana a liderança do Campeonato Argentino ao golear o Lanús por 4 a 0 embora com apenas dez jogadores durante boa parte da partida.

A vida do São Paulo em 2015 e talvez até o emprego de Muricy Ramalho vão se decidir no jogo das 19h45 desta quarta-feira. Ou o São Paulo consegue pelo menos um empate no Nuevo Gasómetro e continua vivo na Libertadores ou encerra a temporada sem ao menos tê-la iniciado.

A bola não perdoa

Está sentindo cheiro de queimado?

É a língua de um palpiteiro que eu conheço muito bem.

Como era de esperar, o Fluminense venceu o Barra Mansa por 4 a 2 e o Grêmio bateu o São Paulo-RS por 2 a 0, mas nos outros dois jogos das 18h30, ambos pelo Campeonato Paulista, os pequenos se deram bem: o São Bento empatou por 2 a 2 com o Santos na Vila Belmiro e, em Campinas, o Red Bull derrotou o Palmeiras por 2 a 0.

É muito jogo para nenhuma surpresa

Faltam os jogos das 18h30, mas assim rolou a bola nos principais campeonatos regionais do País até agora:

  • Em São Paulo, Bragantino 0 x 1 Corinthians e São Paulo 3 x 0 Linense.
  • No Rio, Flamengo 2 x 0 Bonsucesso e Vasco 1 x 1 Botafogo.
  • Em Minas, Atlético 3 x 0 Vila Nova e URT 0 x 2 Cruzeiro.
  • No Rio Grande do Sul, União Frederiquense 0 x 1 Internacional.

Ou seja: com exceção do empate mais ou menos óbvio no Campeonato Carioca, a vitória mais do que óbvia de todos os grandes nos jogos contra pequenos.

Alguém espera alguma novidade nos confrontos Santos x São Bento, Red Bull x Palmeiras, Fluminense x Barra Mansa e Grêmio x São Paulo-RS de logo mais?

Bastou meia hora de futebol

Firmino marca em LondresFirmino dribla Bravo e faz Brasil 1 x 0 Chile no Emirates Stadium – Foto: Rafael Ribeiro / CBF

Dunga mudou seis figurinhas do álbum e consequentemente mudou o figurino do Brasil que entrou no Emirates Stadium para enfrentar o organizado e combativo Chile do argentino Jorge Sampaoli.

Nada deu certo no primeiro tempo. O meio de campo, todo renovado, muito combateu, mas nada criou. Luiz Adriano, com a emblemática camisa 9, engessou mais uma vez o ataque, obrigando Neymar a abusar do individualismo. Em vão.

Joguinho duro de encarar no primeiro tempo. Mais parecia uma disputa entre gangues por espaço nas ruas. Muita briga e pouco futebol. Neymar levou e bateu. Foram cinco faltas nele, seis dele.

Deve ser por isso que botaram um policial inglês para apitar o jogo.

No segundo tempo, batendo menos e jogando mais, o Chile continuou ligeiramente superior ao Brasil. Como no primeiro, o Brasil empacava diante da marcação dura e incansável dos chilenos em todo o campo.

Dunga resolveu, então, recompor o figurino que lhe valeu as sete vitórias nos sete amistosos anteriores, incluindo uma sobre a Argentina e a da semana passada sobre a França.

Entre os 14 e os 17 minutos, tirou Souza, Philippe Coutinho, Luiz Adriano e Douglas Costa, substituindo-os por Elias, Robinho, Firmino e Willian.

O Brasil recuperou a fluência de outros jogos, voltou a jogar bola e, aos 27, Danilo enfiou da intermediária uma bola perfeita para Firmino, que driblou o goleiro Bravo e tocou para as redes.

Pela última meia hora de jogo, talvez a Seleção tenha merecido este 1 a 0, a oitava vitória em oito jogos da nova era Dunga.