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Atlético Mineiro puxa a fila dos primeiros no Brasileirão

Não adiantou contar com a torcida do Grêmio: o Internacional de Diego Aguirre, que havia perdido por 3 a 0 para o então líder Sport no meio da semana, acaba de ser derrotado por 3 a 1 pelo Atlético Mineiro, que assim alcança no Beira-Rio a liderança do Brasileirão.

Fica assim o G-4 ao final da 11ª rodada:

♦ Atlético Mineiro – 23 pontos, sete vitórias, 14 gols de saldo

♦ Grêmio – 23 pontos, sete vitórias, cinco gols de saldo

♦ Sport – 23 pontos, seis vitórias, dez gols de saldo

♦ Fluminense – 21 pontos, seis vitórias, quatro gols de saldo

Nos outros jogos da noite, o Palmeiras venceu a Ponte Preta em Campinas por 2 a 0, chegou a 18 pontos, apenas três da porta de entrada do G-4, o Flamengo perdeu por 2 a 1 para o Figueirense, estacionou nos dez pontos, como Santos, que já está no Z-4.

Grêmio vence mais uma e agora torce pelo Inter

Grêmio faz festa na Vila e vai torcer pelo Inter

Grêmio faz festa na Vila Belmiro e vai torcer pelo Internacional

O Santos acaba de perder o terceiro jogo consecutivo no Brasileirão, o primeiro na Vila Belmiro em toda esta temporada, e já faz companhia a Vasco, Coritiba e Joinville no Z-4. Foi derrotado por 3 a 1 pelo time que, pelo menos até que se encerre Internacional x Atlético Mineiro, é o novo líder da competição – o Grêmio de Roger Machado.

Foi a quinta vitória consecutiva deste Grêmio que só se dá bem desde que Felipão pediu as contas e foi trabalhar no futebol chinês.

Desta vez, o Grêmio teve ajuda decisiva de Felipe Gomes da Silva, que expulsou Geuvânio aos 28 minutos. O garoto santista estava fora do gramado para receber atendimento médico e, ao retornar, recebeu um segundo cartão amarelo, pois, segundo o árbitro, não tinha sido autorizado. Acontece que o Senhor Confusão, como Felipe Gomes da Silva era conhecido no futebol carioca, tinha feito um gesto em direção ao jogador como se estivesse autorizando o seu retorno.

O Grêmio já vencia por 1 a 0 desde os 3 minutos, fez 2 a 0 aos 3 do segundo tempo, levou o gol do artilheiro Ricardo Oliveira aos 19 e fechou a conta aos 35.

Até agora, a 11ª rodada é toda favorável aos gremistas: ontem, o Atlético Paranaense foi derrotado pelo Cruzeiro por 2 a 0; hoje cedo, o Sport empatou com o Avaí por 2 a 2; agora à tarde, o Fluminense também empatou com o São Paulo por 0 a 0, mesmo placar de Goiás x Corinthians.

De bem com o time, a torcida gremista tem um programa bem diferente para emendar com os festejos pela vitória na Vila: torcer pelos colorados no confronto de daqui a pouco com o Atlético Mineiro, o único adversário que ainda pode desalojar o Grêmio da liderança nesta rodada do Brasileirão.

Não é em tudo que o Vasco está na rabeira

Em alguma coisa o Vasco está em primeiro lugar neste Brasileirão.

Em cartões vermelhos: são cinco no total, dois em oito jogos sob o comando de Doriva, três nos três jogos em que Celso Roth comandou a equipe.

Mantido o ritmo, o Vasco encerrará a competição com 32 cartões vermelhos.

Matinê na Ressacada deixa o Sport em perigo

O Sport saiu na frente, com um gol de Diego Souza aos 20 minutos, mas Renan empatou aos 37 e Anderson Lopes fez 2 a 1 para o Avaí aos 39.

O jogo já ia chegando ao fim quando, aos 44 do segundo tempo, Jubal fez pênalti em André. Diego Souza quis cobrar, mas deixou para o próprio André fechar o placar na Ressacada: 2 a 2.

O empate na matinê deste domingo pode custar ao Sport a liderança do Brasileirão.

Com 23 pontos, 6 vitórias e saldo de 10 gols, o time pernambucano perderá a liderança se, mais tarde,  o Atlético Mineiro vencer o Internacional no Beira-Rio ou o Fluminense vencer o São Paulo no Morumbi ou o Grêmio vencer o Santos na Vila Belmiro.

Os três aspirantes à liderança chegariam aos 23 pontos, com uma vitória a mais do que o Sport.

Em caso de tripla vitória dos visitantes, o Sport cairá para o quarto lugar.

É dura a briga na linha de frente do Brasileirão.

Imagem da véspera: tristeza argentina, alegria chilena

Reprodução

                                                                                                                                                             Reprodução

A cena é de ontem, 4 de julho, mas ocupa neste domingo metade da primeira página da edição impressa do jornal argentino Clarín.

Diz tudo sobre a tristeza de uma seleção que completou  22 anos sem conquistar um título sequer tanto quanto mostra a alegria que é ser campeão pela primeira vez na história.

Que Messi, que nada! Chi Chi Chi le le le!!!

Aléxis Sánchez campeão 047x            Após bater pênalti decisivo, Aléxis Sánchez festeja o título da Copa América

Aléxis Sánchez foi o cara da decisão.

Jogou bem os 90 minutos, quase garantiu o título de campeão no finzinho do primeiro tempo da prorrogação após uma furada estrondosa de Mascherano no meio do campo que lhe abriu o caminho até o chute por cima do gol argentino, e matou o goleiro Romero no pênalti decisivo ao rolar a bola de mansinho no canto oposto a que ele se jogou.

O primeiro título da seleção chilena em mais de um século de tentativas deve-se ao futebol coletivo e corajoso posto em prática pelo argentino Jorge Sampaoli, mas principalmente ao talento e à disposição de jogadores como Aléxis Sánchez, Vidal, Bravo, Isla, Aránguiz, Medel, Valdivia e  Vargas.

Cafu, Jairzinho, Zetti e Mauro Galvão tinham razão: o Chile é merecidamente o campeão da Copa América e Messi, que tudo já conquistou nos campos com a camisa do Barcelona, continuará em jejum com a camisa da Argentina.

Nem adianta a gente fingir que não gostou.

Um sábado para masoquistas no Brasileirão

Se você gosta de jogos equilibrados, não pode perder Coritiba x Joinville daqui a pouco, na abertura da 11ª rodada do Brasileirão.

O Coritiba é vice-lanterna, conseguiu sete dos 30 pontos que disputou até agora, perdeu sete vezes e tem um déficit de sete gols.

O Joinville, menos cabalístico, é o lanterna, tem apenas quatro pontos, perdeu oito vezes, fez quatro gols e levou 10.

Nas últimas cinco rodadas, o Coritiba perdeu três vezes, ganhou uma e empatou uma; o Joinville perdeu quatro e ganhou uma.

Pena que o jogo não é em campo neutro.

Se o nível técnico não satisfizer, você pode tentar Chapecoense x Vasco às 21 horas.

Globo tira a Copa América do ar

É ou não é inacreditável que a Globo, detentora dos direitos, não mostre a final da Copa América entre Chile e Argentina protagonizada por estrelas mundiais como Claudio Bravo, Vidal, Aléxis Sánchez, Mascherano,  Pastore, Agüero, Di Maria e um certo Lionel Messi?

E isso porque a emissora gosta tanto de um mata-mata quando José Maria Marín gostava de uma medalhinha…

Uma das coisas que Galvão Bueno mais tem criticado ultimamente é a desatualização do futebol brasileiro.

Que tal dar uma forcinha, lá na Globo, para que os brasileiros possam se atualizar vendo o futebol que a emissora paga para esconder?

E os craques brasileiros apostam no Chile

El Mercurio publica hoje, em duas páginas, uma ampla enquete com estrelas do futebol mundial que, em sua maioria, apontam a Argentina como favorita no confronto com o Chile pelo título da Copa América.

Há uma unânime exceção: os quatro brasileiros ouvidos pelo jornal chileno estão com o Chile.

Vamos aos palpites do ilustre quarteto:

♦ Cafu: “Está em casa, com sua torcida, e será muito difícil que perca a oportunidade de ganhar a Copa pela primeira vez”.

♦ Jairzinho: “Merece ser campeão pelo futebol que mostrou até agora. Não pode perder em casa esta oportunidade histórica”.

♦ Zetti: “É uma equipe muito coesa, bem posicionada no campo de ataque e joga em casa”.

♦ Mauro Galvão: “O time do Chile trabalha junto há mais tempo. O conjunto vai se dar melhor do que as individualidades argentinas”.

A unanimidade transparece mais torcida do que prognóstico.