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Rivaldo barra o genro e veste a camisa 10 do Mogi

Rivaldo: presidente em campo - Fotos: Geraldo Bertanha/Mogi Mirim

Rivaldo: presidente em campo – Fotos: Geraldo Bertanha/MM

Preocupado com a situação do Mogi Mirim, lanterna da Série B do Campeonato Brasileiro com apenas três pontos ganhos nas dez primeiras rodadas, o presidente Rivaldo Vítor Borba Ferreira resolveu voltar aos campos e, com a camisa 10 e a faixa de capitão, vai enfrentar o Náutico às 19h30.

Para dar ao quarentão Rivaldo um lugar no time, o técnico Sérgio Guedes barrou o meia Gustavo, que tem 19 anos e namora a filha do presidente, capitão e novo camisa 10 do Mogi Mirim.

O adversário do Mogi, pernambucano como Rivaldo, está no G-4 da Segundona, em terceiro lugar, com 21 pontos, a  apenas dois do líder Botafogo.

Atualização

E, de virada, finalmente o Mogi venceu pela primeira vez na Série B. Estava 1 a 0 para o Náutico até Rivaldo ser substituído pelo genro Gustavo aos 22 minutos do segundo tempo. Três minutos depois, o Mogi empatou. Aos 43, virou.

O vaivém da bola só não abala o prestígio de Tévez

Tévez: reencontro com o Boca na semana que vem

Tévez: após frustração com a seleção, reencontro com o Boca 

Era hoje, mas foi adiado para a semana que vem, não se sabe ainda em qual dia, o reencontro de Carlito Tévez com sua gente na Bombonera.

A torcida do  não se incomoda de esperar mais um pouco pelo ídolo que curte suas merecidas férias depois de um ano de conquistas com a Juventus, campeã da Itália e vice-campeã da Europa, e quase um mês de frustração com a seleção argentina que perdeu para o Chile a Copa América.

Tévez já disse, certa vez:

– Quanto à Seleção, a questão é simples. Para mim, não há nada mais lindo do que jogar com a camiseta celeste e branca.

Pois foi o que lhe negou Tata Martino nos campos do Chile.

Em toda a Copa América, Tévez jogou apenas 18 minutos do 2 a 2 com o Paraguai, 12 do 1 a 0 sobre o Uruguai, 22 do 1 a 0 sobre a Jamaica, os três  pela primeira fase, e outros 22 do 0 a 0 com a Colômbia pelas quartas de final, o suficiente para, na decisão por pênaltis, garantir a classificação da Argentina para semifinal contra os paraguaios.

Somadas as quatro participações, não dá um jogo inteiro.

Tata Martino só não fez pior do que o antecessor Alejandro Sabella, que nem sequer o trouxe ao Brasil para disputar a Copa do Mundo de 2014 – para desgosto e irritação de 90% dos argentinos, segundo as pesquisas divulgadas na época.

Até por isso, embora frustrado, Tévez volta agora ao futebol argentino sem um arranhão sequer em sua imagem de ídolo. Muito pelo contrário, é cada vez mais ídolo.

Enquanto isso, Lionel Messi é criticado nos bares, nas ruas, nas filas e principalmente nos jornais, sites, rádios e tevês.

É por essas e outros que Claudio Ibrahim Vaz Leal, o Filósofo de Bagé que foi campeão do mundo em 1994 com o codinome de Branco, ensina aos seus discípulos: “O futebol é como as marés, vai e vem”.

Preço não é o problema

Quem paga mais caro para ver os jogos do seu time no Brasileirão de 2015 é o torcedor palmeirense. O custo médio do ingresso no Allianz Parque é de 63 reais.

Quem paga menos é o torcedor da Chapecoense – 14 reais, em média.

Pois o Palmeiras é o líder das bilheterias, com 31.745 ingressos vendidos por jogo.

E a Chapecoense está em antepenúltimo lugar no ranking de público no Brasileirão, com média de 6.831 ingressos vendidos nos jogos em casa.

Vasco não sabe quando terá Martín Silva de volta

Afundado no Z-4 do Brasileirão, o Vasco não sabe quanto poderá contar novamente com o goleiro Martín Silva, contundido “durante sua permanência na seleção do Uruguai”, segundo o vice-presidente médico do clube, Egas Manoel Batista dos Santos Fonseca, informa em nota oficial.

O médico explica a contusão: “lesão parcial sindesmose e do ligamento do talofibular anterior do tornozelo esquerdo”.

Está explicado.

Você não imagina quem vai salvar o nosso futebol

Nem todos os citados na nota Em busca da salvação, CBF reconvoca demitidos, a terceira abaixo, compareceram à primeira reunião do Conselho de Desenvolvimento Estratégico do Futebol Brasileiro na CBF, mas a ausência de Mano Menezes, Emerson Leão e Vanderlei Luxemburgo certamente foi compensada pela presença ilustre de Ernesto Paulo.

Não sabe quem é? Na última década, foi técnico do Ameriquinha, da Cabofriense, da seleção olímpica da Arábia Saudita, do Campo Grande, do Juventus (de Santa Catarina), do Veranópolis e do União da Madeira (da terceira divisão de Portugal).

Mais do que o currículo tão variado desses anos, sua presença na reunião de hoje valeu pela enorme bagagem que acumulou como treinador da Seleção Brasileira. Foi ele que, entre os mandatos de Paulo Roberto Falcão e Carlos Alberto Parreira, comandou a Seleção no amistoso de 11 de setembro de 1991 com o País de Gales em Cardiff.

Resultado: País de Gales 1 x 0 Brasil. E aquele Brasil tinha Taffarel, Jorginho, Cafu, Márcio Santos, Mauro Silva e Bebeto, que viriam a ser campeões do mundo em 1994 sob o comando de Parreira.

A presença de Ernesto Paulo na reunião desta segunda-feira na CBF garante o “desenvolvimento estratégico do futebol brasileiro”.

É chegar, vestir a camisa e estrear

Guerrero: estreia na quarta

Guerrero: escalado

A situação é tão desesperadora no Flamengo, coladinho no Z-4, que Cristóvão Borges já avisou: o peruano Paolo Guerrero, que se apresentará ao clube nesta terça-feira, dia 7, está escalado para enfrentar o Internacional na quarta em Porto Alegre.

Quem ainda não está confirmado na delegação que vai ao Sul é o próprio técnico. Não falta na Gávea quem queira lhe passar a perna a esta altura do Brasileirão.

Torcida do Real quer dar a faixa de capitão a Marcelo

Se Iker Casillas e Sergio Ramos deixarem mesmo o Real Madrid, como tanto se especula na Espanha, o novo capitão da equipe deveria ser o brasileiro Marcelo – pelo menos, na opinião de 61% dos quase 6 mil torcedores que votaram numa enquete do jornal Marca.

A preferência da torcida pelo lateral brasileiro, que aliás faz muita falta à Seleção, se explica pelo tempo de trabalho no clube. Marcelo joga no Real desde 2007. O ídolo Cristiano Ronaldo, que teve 39% dos votos na enquete, chegou em 2009.

O último jogador estrangeiro que usou a faixa de capitão do Real foi o meia mexicano José Ramón Sauto, de 1942 a 1944.

Em busca da salvação, CBF reconvoca demitidos

É hoje a primeira reunião do tal Conselho de Desenvolvimento Estratégico do Futebol Brasileiro com Dunga e Gilmar Rinaldi para dar um jeito na Seleção.

São esperados na CBF os conselheiros Mano Menezes, Carlos Alberto Parreira, Mario Jorge Lobo Zagallo, Emerson Leão, Vanderlei Luxemburgo, Paulo Roberto Falcão e Sebastião Lazaroni.

Deve ser mera coincidência que todos eles, inclusive os campeões mundiais Parreira e Zagallo, tenham sido anteriormente demitidos pela CBF do emprego de treinador da Seleção.

É curta a distância entre melhores e piores no Brasileirão

Na metade superior da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, cinco pontos separam a Ponte Preta, décima colocada, do Fluminense, guardião da porta dos fundos do G-4.

Na metade inferior da tabela, o Figueirense, 11º colocado, está a cinco pontos da porta de entrada do Z-4, ocupada pelo Santos.

São sete pontos entre a Ponte e o líder Atlético Mineiro, dez entre o Figueirense e o lanterna Joinville.

Três gols de Carli Lloyd dão tri mundial aos EUA

Carli Lloyd: estrela da final

Carli Lloyd: estrela da final

Aos 16 minutos de jogo, o sonho de bisar a conquista de 2011 já tinha morrido no fundo das redes da goleira Kaihori.

Carli Lloyd, o maior destaque do Mundial de Futebol Feminino do Canadá, fez 1 a 0 para os Estados Unidos aos 3 minutos, 2 a 0 aos 5, Lauren Holiday ampliou para 3 a 0 aos 14 e Lloyd acabou com qualquer esperança japonesa aos 16, fazendo 4 a 0.

Daí em diante, era meramente uma questão de levar a decisão do Mundial na maciota, embora as japonesas tenha diminuído o placar para 4 a 2, com um gol ainda no primeiro tempo e o outro no começo do segundo. Dois minutos depois, Tobin Heath fechou a conta: EUA 5 x 2 Japão.

Inverte-se assim a ordem de chegada de 2011: em Vancouver, as norte-americanas festejaram muito o título de campeãs, as japonesas choraram o vice.

É o terceiro título mundial do futebol feminino dos Estados Unidos.