Em entrevista exclusiva à revista alemã Bunte, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, que se expressa com fluência em dez línguas, fala do inferno figurado em que está vivendo desde que o FBI resolveu entrar no mundo da bola:
– A minha fé me deu força nos últimos tempos. Sou uma pessoa religiosa e rezo também. Eu tenho um crucifixo dourado abençoado pelo Papa Francisco. Acredito que vou para o céu um dia, mas também acho que não há inferno. Discordo do Papa nesse ponto.
Além de desacreditar no inferno dos católicos, Blatter diz que não vai à final do Mundial Feminino no Canadá “por razões pessoais”. É o que já tinha dito também o seu advogado.
Para ler no original a entrevista, cujo título é Eu não sou corrupto ou, em bom alemão, Ich bin nicht korrupt, clique aqui.