Arquivo diário: 7 de julho de 2015

Rivaldo barra o genro e veste a camisa 10 do Mogi

Rivaldo: presidente em campo - Fotos: Geraldo Bertanha/Mogi Mirim

Rivaldo: presidente em campo – Fotos: Geraldo Bertanha/MM

Preocupado com a situação do Mogi Mirim, lanterna da Série B do Campeonato Brasileiro com apenas três pontos ganhos nas dez primeiras rodadas, o presidente Rivaldo Vítor Borba Ferreira resolveu voltar aos campos e, com a camisa 10 e a faixa de capitão, vai enfrentar o Náutico às 19h30.

Para dar ao quarentão Rivaldo um lugar no time, o técnico Sérgio Guedes barrou o meia Gustavo, que tem 19 anos e namora a filha do presidente, capitão e novo camisa 10 do Mogi Mirim.

O adversário do Mogi, pernambucano como Rivaldo, está no G-4 da Segundona, em terceiro lugar, com 21 pontos, a  apenas dois do líder Botafogo.

Atualização

E, de virada, finalmente o Mogi venceu pela primeira vez na Série B. Estava 1 a 0 para o Náutico até Rivaldo ser substituído pelo genro Gustavo aos 22 minutos do segundo tempo. Três minutos depois, o Mogi empatou. Aos 43, virou.

O vaivém da bola só não abala o prestígio de Tévez

Tévez: reencontro com o Boca na semana que vem

Tévez: após frustração com a seleção, reencontro com o Boca 

Era hoje, mas foi adiado para a semana que vem, não se sabe ainda em qual dia, o reencontro de Carlito Tévez com sua gente na Bombonera.

A torcida do  não se incomoda de esperar mais um pouco pelo ídolo que curte suas merecidas férias depois de um ano de conquistas com a Juventus, campeã da Itália e vice-campeã da Europa, e quase um mês de frustração com a seleção argentina que perdeu para o Chile a Copa América.

Tévez já disse, certa vez:

– Quanto à Seleção, a questão é simples. Para mim, não há nada mais lindo do que jogar com a camiseta celeste e branca.

Pois foi o que lhe negou Tata Martino nos campos do Chile.

Em toda a Copa América, Tévez jogou apenas 18 minutos do 2 a 2 com o Paraguai, 12 do 1 a 0 sobre o Uruguai, 22 do 1 a 0 sobre a Jamaica, os três  pela primeira fase, e outros 22 do 0 a 0 com a Colômbia pelas quartas de final, o suficiente para, na decisão por pênaltis, garantir a classificação da Argentina para semifinal contra os paraguaios.

Somadas as quatro participações, não dá um jogo inteiro.

Tata Martino só não fez pior do que o antecessor Alejandro Sabella, que nem sequer o trouxe ao Brasil para disputar a Copa do Mundo de 2014 – para desgosto e irritação de 90% dos argentinos, segundo as pesquisas divulgadas na época.

Até por isso, embora frustrado, Tévez volta agora ao futebol argentino sem um arranhão sequer em sua imagem de ídolo. Muito pelo contrário, é cada vez mais ídolo.

Enquanto isso, Lionel Messi é criticado nos bares, nas ruas, nas filas e principalmente nos jornais, sites, rádios e tevês.

É por essas e outros que Claudio Ibrahim Vaz Leal, o Filósofo de Bagé que foi campeão do mundo em 1994 com o codinome de Branco, ensina aos seus discípulos: “O futebol é como as marés, vai e vem”.

Raulzinho se divide entre o verão, a NBA e o Pan

Raulzinho: de licença da seleção para negociar com a NBA

Raulzinho: de licença da seleção para negociar com a NBA

Imagine a Seleção liberar um jogador dos treinamentos, às vésperas de uma competição oficial, para que ele viaje ao exterior e negocie a transferência para um novo clube.

Seria uma grita generalizada, né?

O futebol é uma coisa, o basquete é outra. A CBB dispensou dos treinamentos para o Pan-Americano que começa na sexta-feira em Toronto o armador Raulzinho, que joga no time da Universidade Católica de Murcia, da Espanha, e está negociando a transferência para o Utah Jazz, da NBA.

Raulzinho jamais escondeu o jogo. Numa entrevista  publicada pelo site da CBB em 21 de abril, responde de forma muito clara a três perguntas bem objetivas:

Em 2013, você foi draftado pelo Utah Jazz. Qual a expectativa para jogar a primeira temporada na NBA?

Eu tento não pensar muito nisso. Procuro pensar em etapa por etapa. É claro que é um grande sonho que tenho, mas não me sinto pressionado. Vou seguir treinando forte para o dia que chegar essa oportunidade eu esteja pronto para disputar a NBA.

O ano de 2015 tem Jogos Pan-Americanos e Pré-Olímpico das Américas. Pensa em disputar estas competições pela Seleção Brasileira?

Ainda estou esperando o treinador (Ruben Magnano) para uma conversa, mas também ainda não conversei com meus pais nem com meu agente. Ainda não decidi o que vou fazer no meu verão. É sempre um desejo meu defender a seleção brasileira, mas também tenho outros sonhos. Depende de muita coisa.

Quais sonhos você já conseguiu realizar e quais ainda faltam?

Já consegui disputar uma Olimpíada (Londres/2012), dois Campeonatos Mundiais (Turquia/2010 e Espanha/2014) e algumas temporadas no basquete espanhol. Ainda falta jogar na NBA.

Imagine o que se diria por aqui se Neymar ou Oscar ou Thiago Silva ou Marcelo falassem assim…

Raul Togni Neto, o Raulzinho viajou na semana passada e continua inscrito no Pan. A seleção brasileira embarca para o Canadá na sexta-feira.

Preço não é o problema

Quem paga mais caro para ver os jogos do seu time no Brasileirão de 2015 é o torcedor palmeirense. O custo médio do ingresso no Allianz Parque é de 63 reais.

Quem paga menos é o torcedor da Chapecoense – 14 reais, em média.

Pois o Palmeiras é o líder das bilheterias, com 31.745 ingressos vendidos por jogo.

E a Chapecoense está em antepenúltimo lugar no ranking de público no Brasileirão, com média de 6.831 ingressos vendidos nos jogos em casa.

Vasco não sabe quando terá Martín Silva de volta

Afundado no Z-4 do Brasileirão, o Vasco não sabe quanto poderá contar novamente com o goleiro Martín Silva, contundido “durante sua permanência na seleção do Uruguai”, segundo o vice-presidente médico do clube, Egas Manoel Batista dos Santos Fonseca, informa em nota oficial.

O médico explica a contusão: “lesão parcial sindesmose e do ligamento do talofibular anterior do tornozelo esquerdo”.

Está explicado.