Arquivo diário: 1 de agosto de 2015

O Flu de Ronaldinho está no G-4

Ronaldinho: começa em seus pés  o gol de Marcos Júnior

Ronaldinho: começa em seus pés o gol de Marcos Júnior

Faltavam 15 minutos para o fim de jogo, o Fluminense tinha mais posse de bola, até porque jogava com 11 contra dez desde a expulsão do volante Walace aos 4 minutos do segundo tempo, mas não chegava a ameaçar seriamente o gol do gremista Tiago.

Ronaldinho Gaúcho já tinha recebido até um cartão amarelo após dois carrinhos sucessivos, o primeiro em Fernandinho e o segundo em Pedro Geromel, mas pouco tinha feito no jogo além de algumas cobranças venenosas, mas pouco precisas, de escanteios e faltas.

Foi, então, que ele dominou uma bola pela direita do ataque do Flu, um pouco à frente da linha do meio do campo, e lançou-a caprichosamente para Wellington Paulista, na entrada da área, ajeitá-la de cabeça para Marcos Júnior, que ainda driblou o goleiro Tiago para fazer 1 a 0.

Que mais poderia querer o Fluminense na estreia de sua nova estrela?

Ronaldinho, para surpresa geral, suportou os 90 minutos, pois sabe economizar energia para gastá-la em poucos e decisivos lances.

– Eu não sabia se ia aguentar – confessou o próprio Ronaldinho ao sair do campo.

E festejou:

– Estou feliz da vida.

A vitória recoloca o Flu no G-4, com 30 pontos, por enquanto em terceiro lugar. Se amanhã o Palmeiras não vencer o Atlético Paranaense ou o Sport não vencer o Cruzeiro, Ronaldinho passará a semana hospedado no G-4.

Que mais poderia querer em mais uma estreia?

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Bi mundial, Ana Marcela sonha com pódio olímpico

Ana Marcela: ouro nos 25km

Ana Marcela: ouro nos 25km 

A brasileira Ana Marcela Cunha, que havia ficado com bronze na prova dos 10km, conquistou a medalha de ouro nos 25km disputados neste sábado no Mundial de Esportes Aquáticos de Kazan.

A baiana de 23 anos é agora bicampeã mundial da mais longa e dura prova das maratonas aquáticas.

Dona de sete medalhas em Mundiais,  Ana Marcela sonha com o pódio olímpico no Rio:

– Agora é pensar em 2016.

Uma noite exclusivamente tricolor no Maracanã

Ronaldinho: estreia após dois meses parado e cinco dias de treino

Ronaldinho: estreia após dois meses parado e cinco dias de treino

O Maracanã será inteiramente tricolor neste sábado para acolher a estreia de Ronaldinho Gaúcho com a camisa do Fluminense contra o Grêmio que o revelou para o mundo da bola e se sente duplamente traído por tê-lo perdido, ainda menino, para o Paris Saint-Germain e ter sido preterido quando ele resolveu voltar para o Brasil e escolheu o Flamengo.

Não será apenas uma noite de festa e implicâncias. Grêmio, em sexto lugar no Brasileirão, e Flu, em sétimo, ambos com 27 pontos e oito vitórias, separados na tabela apenas por um golzinho a mais marcado até agora pela equipe gaúcha, vão se enfrentar de olho no G-4.

Quem vencer, chegará ao pelotão de frente e lá ficará se amanhã o Palmeiras não vencer o Atlético Paranaense no Allianz Parque ou o Sport não vencer o Cruzeiro na Arena Pernambuco.

Os dois times jogarão desfalcados no Maracanã. O Grêmio não terá Marcelo Grohe nem Giuliano, o Flu não terá Fred, autor de quatro gols nos 5 a 4 pela 35ª rodada de 2011, última vitória dos cariocas sobre os gaúchos no Brasileirão.

As esperanças cariocas agora estão nos pés do gaúcho Ronaldinho. Acontece que, depois de jogar apenas cinco partidas completas pelo Querétaro desde o começo do ano, ele estava parado havia dois meses e voltou a treinar na segunda-feira. Dificilmente se aguentará em campo por mais de 45 minutos.

Conmebol pisa na bola e escorrega na linguagem

Título de nota da Conmebol, com chamada na primeira página de seu site:

Ronaldinho pisa novamente no Maracanã, palco que revelou seu talento ao mundo

A nota:

Ronaldinho vivenciará neste sábado um começo de luxo com o Fluminense quando enfrentar o Grêmio pelo 16ª encontro do Brasileirão, clube onde iniciou sua carreira e onde o legendário Maracanã verá novamente aquele que foi o melhor jogador do mundo, a dez anos atrás.

O acúmulo de erros de informação e de linguagem é o retrato fiel da incompetência da entidade que manda no futebol da América do Sul.