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Festa no Itaquerão: do Corinthians ou do São Paulo?

Corinthians recebe São Paulo para  equilibrar as contas domésticas

Corinthians recebe São Paulo para zerar as contas domésticas

O dia é de festa corintiana, com certeza de recorde de público no Itaquerão, mas a maior alegria pode ser dos são-paulinos, que estão na luta com os santistas, ponto a ponto, pela última vaga disponível no G-4.

O jogo das 17 horas em nada altera a posição do campeão, mas é a chance de eliminar um raro déficit em sua quase irretocável campanha – os pífios 42,8% de aproveitamento no confronto direto com os outros times paulistas, com apenas duas vitórias em sete jogos, mais três empates e duas derrotas.

O Corinthians perdeu em casa para o Palmeiras e empatou no Allianz Parque; perdeu para o Santos na Vila Belmiro e venceu em Itaquera; venceu em casa a Ponte Preta e empatou no Moisés Lucarelli; empatou com o São Paulo no Morumbi.

Se derrotar o São Paulo na festa em que receberá o caneco e as faixas de campeão, o Corinthians terá feito 12 pontos em oito jogos contra os rivais paulistas. Serão 50% dos pontos disputados.

Não é muito para um time que tem 73,3% de aproveitamento no campeonato, mas pelo menos conseguiria zerar a conta doméstica e calar a boca dos vizinhos.

O problema é que os corintianos só querem saber de festa a esta altura do Brasileirão e não contarão com Gil, Elias e Renato Augusto, um favorecimento enorme às pretensões do São Paulo de se manter em quarto lugar, pelo menos um ponto à frente do Santos, que vai ao Paraná enfrentar o desesperado Coritiba.

Definitivamente campeão

() SPO Corinthians comemora título em São Januário – Foto: Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians

Tite, Renato Augusto, Elias e Vágner Love: caras do Corinthians campeão

Tite, Renato Augusto, Elias e Vágner Love: caras do Corinthians campeão

Qualquer estagiário de Fisiologia sabe que as 46 horas de intervalo entre Brasil 3 x 0 Peru e o Vasco x Corinthians decisivo para ambos eram insuficientes para a completa recuperação muscular de Gil, Elias e Renato Augusto, que tinham jogado os 90 minutos em Salvador.

Esquecida a disparidade técnica entre os dois times, é quase natural que o Vasco tenha determinado o andamento do jogo em boa parte do primeiro tempo, pelo menos até os 30 minutos, com mais presença no campo ofensivo e maior número de finalizações.

Nos 15 minutos seguintes, o Corinthians se impôs, adiantou suas linhas e chegou mais perto de abrir o placar. O Vasco se desconcentrou, passou a ceder espaço no meio de campo, perdeu a força de ataque.

No segundo tempo, o Vasco retomou o ritmo inicial, com mais posse de bola e maior força no ataque.

Como se tivesse preservando as forças parcialmente gastas dois dias antes na Seleção, o Corinthians recolheu-se ao campo de defesa para apostar no contra-ataque.

Antes dos 15 minutos, Jorginho trocou Rafael Silva por Jorge Henrique e Tite resolveu substituir Renato Augusto, o mais cansado do trio que veio da Seleção, por Rodriguinho.

Em seguida, o vascaíno Rodrigo fez uma falta escandalosa em Malcom, acertando a chuteira na cabeça do corintiano quase na altura do Cristo Redentor, e foi imediatamente expulso pelo bom árbitro Anderson Daronco.

Com 11 contra 10 em campo e mais meia hora de jogo pela frente, que mais o Corinthians poderia querer na noite inesquecível desta quinta-feira?

O São Paulo ia trucidando o Atlético Mineiro no Morumbi até chegar aos 4 a 2 que dariam matematicamente o título ao Corinthians qualquer que fosse o resultado em São Januário.

E não é que, com 10 contra 11 corintianos, o Vasco fez 1 a 0, gol de Julio Cesar, quando Riasco já tinha dado lugar a Éder Luís e Elias tinha sido trocado por Lucca?

E foi o talismã Lucca, depois de perder duas vezes a chance de empatar o jogo, que desviou a bola para Vágner Love fechar o placar em 1 a 1, enlouquecer de vez a pequena parcela de corintianos em São Januário, arrancar lágrimas de Renato Augusto à beira do gramado e espocar fogos em toda São Paulo.

Como estava escrito desde antes do retorno de Charles William Miller com algumas bolas e um livro de regras para plantar por aqui as sementes do esporte que encantava os ingleses, o Corinthians é o campeão brasileiro de 2015. Hexacampeão!

O Vasco também ganhou em Salvador

Mesmo sem querer, Dunga deu uma boa mão ao velho companheiro Jorginho no jogo de amanhã contra o Corinthians em que o Vasco continuará a luta para escapar ao rebaixamento.

Depois de atuar 90 minutos nos 3 a 0 sobre o Peru, dificilmente os corintianos Gil, Elias e Renato Augusto terão condições de jogar outros 90 na quinta-feira.

É claro que o trio estará lá, até porque o Corinthians pode assegurar matematicamente o título de campeão brasileiro em São Januário, mas não devem ser escalados por Tite desde o começo do jogo.

Eliminatórias: em noite de Douglas Costa, Brasil ganha folga

Douglas Costa: arquiteto e engenheiro de Brasil 3 x 0 Peru

Douglas Costa: arquiteto e engenheiro de Brasil 3 x 0 Peru em Salvador

Não se pode reclamar do futebol que o Brasil mostrou nos 3 a 0 sobre o Peru nesta terça-feira em Salvador, mas o que deixa uma ponta de dúvida é a qualidade do adversário.

A Seleção mandou no jogo do sexto ao 94º minuto e mereceu amplamente a vitória construída em boa parte pelo polivalente Douglas Costa, autor do primeiro gol, arquiteto e engenheiro do segundo e do terceiro, marcados por Renato Augusto e Filipe Luís.

A Seleção também tinha jogado bem contra a Venezuela, lanterna destas Eliminatórias sem ter conseguido um pontinho sequer nas quatro primeiros rodadas, e agora detonou o vice-lanterna, que tem apenas três pontos até agora.

Vamos ter de esperar pelos jogos de março, contra o Uruguai no Recife e o Paraguai em Assunção, para tirar as dúvidas sobre a qualidade do time que Dunga vai aos poucos remontando,  foi derrotado pelo Chile e sofreu para empatar com a Argentina.

De qualquer maneira, a boa atuação nos 3 a 0 desta terça-feira deixa o Brasil em posição bem menos desconfortável do que estava nas Eliminatórias, agora em terceiro lugar, com sete pontos, dois a menos do que o vice-líder Uruguai, cinco abaixo do líder Equador.

Não é o que se espera do futebol pentacampeão do mundo, mas é o suficiente para lhe dar alguma folga na corrida por uma vaga na Copa do Mundo de 2018 e um mínimo de tranquilidade nas festas de fim de ano.

Colômbia 0 x1 Argentina, Venezuela 1 x 3 Equador, Paraguai 2 x 1 Bolívia e Uruguai 3 x 0 Chile completaram a rodada e deixam assim a ordem de classificação das Eliminatórias Sul-Americanas:

 1º – Equador  – 12 pontos

 2º – Uruguai – 9 pontos

 3º – Brasil – 7 pontos

 4º – Paraguai – 7 pontos

 5º – Chile – 7 pontos

 6º – Argentina – 5 pontos

 7º – Colômbia – 4 pontos

 8º – Bolívia – 3 pontos

 9º – Peru – 3 pontos

10º – Venezuela – 0 ponto

Como se sabe, os quatro primeiros terão presença garantida na Rússia e o quinto disputará uma vaga com o campeão da Oceania.

A esta altura das Eliminatórias Sul-Americanas, a Argentina, vice campeão do mundo em 2014, estaria fora da Copa de 2018 e o Chile, campeão da Copa América, iria para a repescagem.

Seleção escapa de desastre na Argentina

Willian, Lucas Lima e Neymar: Brasil melhora no segundo tempo - Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Willian, Lucas Lima e Neymar: Brasil reage no fim – Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Rola a bola no Monumental de Núñez. O Brasil começa no sistema 10-Neymar. E tome bola esticada da linha de defesa para o ataque e sempre retomada pela Argentina, que explora a avenida Filipe Luís e vai criando pela direita de seu ataque sucessivas chances de finalização contra Alisson.

Até os 15 minutos,  é como se o Brasil não tivesse meio de campo.

Como tem sido comum nos últimos jogos da Seleção, com exceção do bom primeiro tempo contra o Chile na abertura destas Eliminatórias, há um enorme vazio entre a linha do meio do campo e a entrada da área que a Argentina explora muito bem em suas manobras ofensivas.

Já são 25 minutos de jogo. Como é mesmo o nome do goleiro argentino?

E quem é aquele moço espigado, não tão moço assim, que veste a camisa 9 do Brasil e ainda não teve nenhum contato com a bola?

Passam-se mais dez minutos e, de tanto evoluir livremente pelo lado esquerdo da defesa brasileira, a Argentina faz 1 a 0: Higuaín, como se fosse ponta, cruza para Lavezzi, como se fosse centroavante, tocar para as redes. Alguém viu Filipe Luís por aí? Procurando-o, David Luiz nem viu Lavezzi.

Daqui a pouco, acaba o primeiro tempo e a gente vai continuar sem saber quem é o moço da camisa 9 amarela e como é o nome do goleiro argentino.

Acabou. E quase a Argentina faz 2 a 0 logo aos 2 minutos do segundo. Daniel Alves impediu o primeiro arremate de Banega, o poste direito de Allisson salvou o segundo. É como já disse um certo Francisco: o papa é argentino, mas Deus é brasileiro.

É preciso, porém, que Neymar ajude. Ninguém ganha jogo sozinho, nem a Divina Providência.

Aos 8, o capitão finalmente aparece no jogo e arrisca de fora da área um chute que assusta Romero. Pelo menos, a gente já sabe o nome do goleiro argentino.

Aos 11, Dunga tira o moço da camisa 9 e bota em campo Douglas Costa, com a 7.

Os céus reconhecem o esforço brasileiro para mudar as coisas. Um minuto depois, Neymar estica a bola para Daniel Alves na direita. O lateral cruza com veneno e Douglas Costa cabeceia no travessão. A bola sobra para Lucas Lima, que, de canhota, emenda para o gol: 1 X 1.

– Eu chutei para o chão procurando dificultar o goleiro – explicaria, mais tarde, o craque santista.

Agora, sim. Aos poucos, o jogo fica mais equilibrado.

Com um cartão amarelo, Lucas Lima é substituído por Renato Augusto aos 18 minutos. O meio de campo do Brasil, mais consistente, passa a tocar a bola, a Argentina se encolhe um pouco, Willian finalmente aparece nas jogadas de ataque.

Depois do primeiro tempo desastroso, o 1 a 1 acabou sendo um bom negócio para a Seleção, mais uma vez prejudicada, nos últimos minutos, por repetidas mancadas de David Luiz, que recebeu o cartão vermelho após duas faltas violentas e estará fora do jogo contra o Peru na terça-feira em Salvador. Talvez não seja má notícia.

Enquanto o Corinthians espera, Inter e Ponte sonham

Poderia ser o sábado da grande festa corintiana, mas a definição matemática do título brasileiro de 2015 não se dará hoje nem que Tite e sua rapaziada trucidem o Coritiba em Itaquera às 19h30, e assim o jogo do dia é o Internacional x Ponte Preta das 17 horas.

Os dois ainda aspiram ao G-4 – ou, quem sabe, G-5 – e vão fazer no Beira-Rio um jogo em que o empate não vale. Ou vale a morte conjunta.

Três pontos atrás do São Paulo e do Santos na ordem de classificação, colorados e pontepretanos não têm opção: estão obrigados a vencer hoje para continuar sonhando.

Argel escala D'Alessandro: respeito

Argel escala D’Alessandro: respeito de adversários e árbitros

Embora esconda a escalação do time, confirmando apenas a volta do meia D’Alessandro, “que impõe respeito ao adversário e ao árbitro”, o técnico  Argel Fucks prometeu, durante a semana, um Inter será menos cauteloso do que tem sido até agora:

– É um confronto direto, um jogo decisivo para nós, de seis pontos. Vamos jogar em casa, precisamos fazer o dever de casa. Esse é o nosso pensamento.

Juninho:

Juninho: “vamos buscar três pontos”

Parece que a Ponte, depois de três vitórias e um empate nos cinco últimos jogos fora de casa, não pensa diferente. É que revela o volante Juninho, que ainda não sabe se vai jogar ou ficará no banco:

– O jogo vai decidir o que queremos no campeonato. Temos a possibilidade de entrar no G-4. Sempre falam nesse negócio de que tem de jogar retrancado contra times grandes, mas já demonstramos que não é bem assim. Vamos lá para jogar e buscar mais três pontos. Precisamos jogar da mesma maneira que estamos jogando.

Não parece papo furado.

Como vencer é obrigatório, Internacional e Ponte Preta devem fazer um jogão no sábado em que o Corinthians, mesmo alcançando sua 23ª vitória neste Brasileirão , ainda não poderá gritar que é campeão.

Alguns mais apressadinhos, como Vagner Love, até gostariam, mas a banda dos sensatos, puxada por Renato Augusto e abençoada por Tite, só quer saber de festa depois que o caneco estiver matematicamente garantido.

Um dia não resolve problema de Corinthians e Santos

A CBF informa que adiou para o dia 19, quinta-feira, os jogos Vasco x Corinthians e Santos x Flamengo, marcados anteriormente para o dia 18, apenas 24 horas depois de Brasil x Peru em Salvador.

O Corinthians tem quatro jogadores na Seleção – Cássio, Gil, Elias e Renato Augusto – e o Santos tem dois – Lucas Lima e Ricardo Oliveira.

O adiamento é mais do que justificado, mas insuficiente, pois o intervalo entre o fim de Brasil x Peru e começo dos dois jogos do Brasileirão será de menos de 48 horas.

Pergunte a um fisiologista o que isso significa para a musculatura dos jogadores…

O problema é que a CBF cuida mais do fisiologismo do que da fisiologia.

Nem os corintianos esperavam tanto

Malcom: gol muda o jogo no Independência

Malcom: gol muda o jogo no Independência

Foi um jogão, sim, e decisivo: nem o mais desconfiado corintiano sai do Independência com um mínimo de dúvida sobre quem será o campeão brasileiro de 2015.

Como está escrito há algumas rodadas, o campeão é o Corinthians de Malcom, Vágner Love e Lucca, autores dos 3 a 0 sobre o Atlético Mineiro, e sobretudo de Jadson e Renato Augusto, que criaram todas as situações de gol hoje e sempre ao longo deste Brasileirão.

Levir Culpi vai ter trabalho para impedir que a derrota, surpreendente apenas pela amplidão do placar, desestabilize o Atlético nas próximas rodadas, deixando o Grêmio fechar o campeonato como vice-campeão. Durante a semana, ele já tinha avisado:

– Isso é um fato cultural no Brasil. Muitas vezes, um jogo modifica uma equipe.

Era a última chance de o Atlético ainda alimentar a ilusão de brigar mais um pouco pelo título. O placar não fez justiça ao bom futebol do time em todo o primeiro tempo e em boa parte do segundo, quase sempre ligeiramente superior ao Corinthians, mas o gol do garoto Malcom, aos 22 minutos, mudou o jogo e desestabilizou o Atlético.

Aos 29, com assistência de Jadson, Vágner Love fez 2 a 0, e agora tem 12 gols no campeonato, como o parceiro corintiano e o atleticano Lucas Pratto. Dez minutos depois, Lucca, que substituíra Malcom, fez 3 a 0, tocando para as redes de Victor a bola rolada por Renato Augusto.

Jadson, que fez também a assistência para o gol de Malcom, comemorou no fim:

– Fico feliz porque a equipe saiu vitoriosa. Mostramos superioridade. Temos mais três jogos em casa, não acabou, mas estamos com as duas mãos na taça.

O atleticano Luan já se satisfaz com menos:

– Agora, temos de buscar os pontos para não deixar ninguém passar a gente.

Pois é: o Grêmio venceu o Flamengo por 2 a 0 e ficou a apenas três pontos do Atlético. Os dois se enfrentarão em Porto Alegre na penúltima rodada.

Uma festa depois da outra

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O Corinthians não perdoa, os outros que corram atrás.

É uma festa depois da outra.

A de hoje foi em Curitiba, na Arena da Baixada: 4 a 1 no Atlético Paranaense em baile animado por Renato Augusto, com direito a dois do tão criticado Vagner Love, que não perde a confiança de Tite e dos companheiros de batalha e hoje nem gols perdeu.

Renato Augusto fez os outros dois.

Agora, o Corinthians tem 67 pontos.

Ainda com 59, o vice-líder Atlético Mineiro vai encarar o Sport na Ilha do Retiro, a partir das 18h30, com uma carga extra de responsabilidade, até porque o Grêmio, ainda no primeiro tempo, já fez 2 a 0 na Chapecoense e não sai de seus calcanhares.

Atlético volta da folga pensando em alcançar o Corinthians

Atlético Mineiro x Internacional @1410@A conta é do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais: o Atlético Mineiro tem 17.6% de chances de conquistar o título do Brasileirão, o que parece muito pouco para incomodar o Corinthians, favoritíssimo, com 79.4%.

Como os dois vão se enfrentar daqui a quatro rodadas em Belo Horizonte, o Atlético tem de ir batendo os adversários até lá – o Internacional,  às 19h30 desta quarta, no Independência; o Sport, domingo, na Ilha do Retiro; a Ponte Preta, uma semana depois, de novo no Independência.

A cinco pontos de distância antes que a bola role na 30ª rodada, o vice-líder tem ainda de torcer por um tropeço corintiano até que se encontrem na 33ª,  que muito provavelmente definirá de vez o campeão de 2015.

Corinthians x Goiás 1410@O Corinthians jogará amanhã em casa contra o Goiás; no domingo, em Curitiba, contra o Atlético Paranaense; e, no domingo seguinte, novamente no Itaquerão, contra o Flamengo.

A largada nesta dupla prova de três tiros que antecederá o jogão do dia 1° de novembro em Belô parece mais difícil para o Atlético, pois o Inter ganhou dez dos últimos 15 pontos que disputou e está na briga para entrar no G-4. O Goiás, adversário do Corinthians, conseguiu apenas três dos últimos 15 pontos disputados e é hóspede do Z-4.

Mais importante do que os números, no entanto, talvez sejam as condições técnicas e físicas de atleticanos e corintianos na volta ao Brasileirão após 11 dias de intervalo.

O Corinthians recebe hoje Gil, Elias e Renato Augusto, que estavam na Seleção, mas só o volante atuou ontem nos 3 a 1 sobre a Venezuela; o Atlético recebeu ontem Douglas Santos, que estava na seleção olímpica e jogou nos 5 a 1 sobre o Haiti na segunda-feira.

Douglas Santos está escalado por Levi Culpi para o jogo desta noite. Tite ainda não definiu o Corinthians que pegará o Goiás. Talvez, poupe Elias.

O que mais prejudicou o Corinthians nos dez dias de paralisação do Campeonato Brasileiro foi não ter podido treinar o time verdadeiramente titular.

O Atlético não teve este problema. Pelo contrário, Levir pode aproveitar a folga no calendário para reazeitar a equipe que andou titubeando nas últimas rodadas.