Uma boa surpresa para os assinantes do pay per view do Campeonato Brasileiro: a Net está mostrando todos os jogos em HD.
Finalmente!
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Os resultados da tarde deste domingo deixam a Ponte Preta, que pega o Cruzeiro no Mineirão, e o Sport, que recebe o Coritiba na Ilha do Retiro, na expectativa de fechar a terceira rodada na liderança do Brasileirão, com os mesmo sete pontos de e Corinthians, mas com maior saldo de gols.
A tarde foi apenas razoável para Fluminense e Corinthians, que não saíram do zero no Maracanã, surpreendentemente feliz para o Atlético Paranaense, que venceu o Atlético Mineiro por 1 a 0 na Arena da Baixada, e para a Chapecoense, que derrotou o Santos também por 1 a 0 na Arena Condá, e inacreditável para o Avaí, que bateu o Flamengo por 2 a 1.
Tão inacreditável quanto o resultado na Ressacada é o fato de a arbitragem ter prejudicado o Flamengo.
No gol da vitória do Avaí, a bola saiu claramente pela linha de fundo antes de Anderson Lopes rolá-la para Hugo marcar. Nem o bandeirinha Anderson José de Moraes Coelho nem o árbitro Raphael Claus viram.
Se Guerrero pode perder, como perdeu, a chance de fazer 1 a 0 no Maracanã com a bola rolando à sua frente diante do gol vazio, por que árbitro e bandeirinha teriam a obrigação de acertar sempre? Não se diz que a justiça é cega?
Na parte de cima da tabela, antes dos jogos das 18h30, o São Paulo, o Atlético Paranense e a Chapecoense, todos com seis pontos, distribuem-se entre o terceiro e o quinto lugar, seguidos por nada menos que oito times, cada um deles com quatro pontos.
No fundão, cada um com um reles pontinho, estão Flamengo, Figueirense, Joinville, todos à frente do Cruzeiro, que vai encarar a Ponte com um time quase todo reserva na batalha para sair do zero.
Bem que a torcida do Palmeiras se preparou para fazer a festa na matinê do Allianz Parque.
No maltratado gramado, porém, o time não colaborou. Depois de muito toque e pouca ofensividade, acabou sendo derrotado pelo Goiás por 1 a 0, gol contra de Victor Ramos, mandando para as redes uma bola cruzada por Bruno Henrique após driblar meio Palmeiras.
O árbitro erradamente atribuiu o gol a Péricles e acertadamente deu o segundo cartão amarelo a Bruno Henrique, tirando-o do jogo a 10 minutos do final, porque ele foi comemorar junto com a torcida a jogada que deu a vitória ao Goiás.
A primeira derrota palmeirense no campeonato, em seguida a dois empates, foi vista por 37.337 torcedores, que deixaram quase R$ 2,5 milhões nas bilheterias.
É muita gente e muito dinheiro para o futebol não tão rico mostrado até agora pelo time de Oswaldo de Oliveira.
Comparando: o público total dos três jogos de ontem – São Paulo 3 x 0 Joinville, Vasco 1 x 1 Internacional e Grêmio 1 x 0 Figueirense – foi de 27.740 torcedores. A renda somada dos três foi de exatos R$ 905.778,00.
Do jeito que o Palmeiras está levando o campeonato dentro do campo, daqui a pouco a torcida desaparece. Mesmo assim, houve festa verde na matinê deste domingo – de uns poucos gatos pingados que torceram pelo Goiás no Allianz Parque.
Atualização
Na súmula, que você já pode ler no site da CBF, o árbitro atribuiu acertamente o gol do Goiás ao palmeirense Victor Ramos.
Pato quase tira a camisa para comemorar o terceiro gol do São Paulo no Morumbi
Quem bem observou, durante a semana, foi o jornalista Luis Augusto Símon, em seu Blog do Menon:
– O São Paulo tem Ganso, tem Pato e também tem o seu Pavão.
Das três aves tricolores, a que mais voou nos últimos dias foi o Pavão, por mais que tenha negado a viagem entre Sampa e Medelin, mas quem brilhou no Morumbi foi o Pato.
O São Paulo já vencia o Joinville por 1 a 0 desde os 100 minutos do primeiro tempo, com um gol do zagueiro Doria, mas passou a mandar de fato no jogo no segundo tempo, com Pato no ataque em substituição a Luís Fabiano.
Pato deu a bola para Michel Bastos fazer 2 a 0 aos 13 e fez 3 a 0 aos 40.
Comemorou o gol com vibração incomum. Quase tirou a camisa para mostrar a plumagem, mas se lembrou de que não é o Pavão, é o Pato.
No final do jogo, fez questão de encher a bola do parceiro Luís Fabiano:
– Eu quero jogar com ele. Dá para fazermos uma boa dupla. Já fizemos bons jogos no início do ano passado.
E o Vasco de Doriva fecha a participação na terceira rodada do Brasileirão com o terceiro empate seguido. Desta vez, pelo menos fez um golzinho.
Em São Januário, saiu perdendo para o Internacional por 1 a 0, com um gol de Nilmar aos 45 minutos do primeiro tempo, mas chegou ao 1 a 1 aos 35 do segundo, gol do volante Lucas.
O Inter, quase todo reserva, já se virava em campo com dez contra 11, mas o Vasco fazia por merecer pelo menos o empate após criar e desperdiçar chances inacreditáveis para fazer o gol.
Partiu do único titular colorado uma surpreendente homenagem a um antigo e incomparável goleador vascaíno: Nilmar comemorou 1 a 0 fazendo uma solene reverência à estátua de Romário em São Januário.
A alguns pode ter parecido ironia. Foi uma homenagem emocionada, explicou o craque colorado ao sair de campo:
– Romário sempre foi o meu maior ídolo no futebol. Se eu jogasse 1% do que ele jogou…
A cinco dias de fazer 43 anos, Dorival Guidoni Júnior, paulista da pequena Nhandeara, está vivendo no Rio de Janeiro as primeiras agruras como treinador de futebol e precisa conduzir o seu Vasco a uma vitória sobre o Internacional às 18h30 deste sábado, dia 23, para não sair de São Januário de mal com a torcida que, há três semanas, o saudava como comandante do campeão carioca.
Depois de quatro empates seguidos, dois pelo Brasileirão, dois pela Copa do Brasil, três deles por 0 a 0, não falta vascaíno disposto a apupar o ‘retranqueiro’ que deu forma ao Ituano campeão paulista de 2014 e a este Vasco que, depois do título carioca, tem como aspiração mais viável em 2015 escapar do retorno à Segundona em 2016.
Doriva vai fazendo competente sua parte no esforço para manter o Vasco pelo menos naquela parte cinzenta da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro em que não estão os candidatos a uma vaga na Libertadores nem os condenados ao rebaixamento. Com alguma sorte, dá até para sonhar com uma vaga na Copa Sul-Americana.
Ele não escolheu o time que está treinando, não bate nem desperdiça pênaltis, não chuta a gol e, portanto, pode se dar por satisfeito quando vê o Vasco dominando os jogos, embora o domínio não se reflita no placar. E seu trabalho conta até agora com o reconhecimento do presidente Eurico Miranda, que tem muitos defeitos, mas não o de se intrometer no dia a dia dos treinamentos.
Doriva é o 12º treinador a tentar dar um jeito no Vasco de 2010 para cá – e o segundo a conquistar um caneco; o outro foi Ricardo Gomes, campeão da Copa do Brasil em 2011.
Por que diabos, então, Doriva vive seus primeiros dias de agruras como treinador empregado em um grande clube?
Como não é bobo, o jovem treinador já deve ter sacado que as limitações do elenco vascaíno, exceção feita ao goleiro Martín Silva e a alguns jovens promissores que ele pouco tem escalado nos jogos importantes, vão afligi-lo até o fim da temporada e progressivamente aumentarão a impaciência dos nunca pacientes torcedores vascaínos.
Se não bastassem os problemas caseiros, o técnico do Vasco ainda teve de conviver nos últimos dias com uma inoportuna proposta do Grêmio para trocar o Rio por Porto Alegre e um timinho fraco por outro. Resolveu ficar onde está, mas certamente perdeu a concentração para o jogo tão importante desta noite contra os reservas do Internacional.
Além de não conseguir o que queria, o cartola gremista Romildo Bolzan atrapalhou o trabalho de Doriva e, atrapalhado como todo bom cartola, acabou ajudando o Inter. Os colorados agradecem.
Somando a bilheteria de todas as competições de 2015, o Santos, campeão paulista, e o Vasco, campeão carioca, têm média de público menor do que a de Fortaleza, Bahia, Ceará e Santa Cruz.
Parece que, dos titulares, o Barça vai escalar apenas os fominhas Messi e Neymar no jogo de logo mais contra o Deportivo La Coruña pela última rodada do Campeonato Espanhol.
Afinal, tudo é festa em Barcelona.
Campeão espanhol desde a penúltima rodada, o time de Luis Enrique está se guardando para a decisão do título europeu no dia 6 de junho, embora ainda tenha pela frente um jogo apronto de luxo, no próximo sábado, contra o Athletic Bilbao, valendo o caneco da Copa do Rei.
O Deportivo La Coruña, no entanto, jogará no Camp Nou para escapar ao rebaixamento. E precisa da vitória para não ficar na dependência de outros resultados. Bem que Luís Enrique poderia ser mais camarada e escalar os outros nove, mas poupar Messi e Neymar.
O jogo tem certo encanto para os brasileiros, não apenas aqueles que acompanham o Barça de hoje, mas também os que torceram pelo Deportivo La Coruña nas temporadas em que lá brilharam Mauro Silva, Bebeto, Rivaldo e, campeões espanhóis em 2000, o zagueiro Donato e o cracaço Djalminha.
Hoje, aqueles bons times são apenas pôsteres na parede de uns poucos saudosistas.
Atualização
Messi não perdoa: fez dois e chegou aos 43 gols em 38 jogos do Campeonato Espanhol.
Na despedida do capitão Xavi Hernández, diante de 93.743 torcedores no Camp Nou, Barcelona 2 x 2 Deportivo La Coruña.
Ufa! O Deportivo escapou da degola e continua na elite em 2016.
A moçadinha quer ir embora, os velhinhos estão sendo defenestrados.
O diretor de futebol pediu para sair, o superintendente dá expediente em Brasília.
E Tite que se vire para reformular o elenco, como parece disposto a tentar, segundo a avaliação que fez na entrevista coletiva de hoje:
– É desafiador, é a oportunidade, adaptação à realidade. É do jogo.
Benebol.com quer saber: o que acontecerá primeiro?