Arquivo diário: 12 de novembro de 2015

Empate com Colômbia deixa o Chile atrás do Equador

Vidal fez 1 a 0, mas Chile deixou James Rodríguez empatar

Vidal fez 1 a 0, mas Chile deixou James Rodríguez empatar

Ninguém pega mais o Equador na terceira rodada das Eliminatórias Sul-Americanas que se completará com os jogos Argentina x Brasil, às 22 horas desta sexta-feira e, já na madrugada brasileiro do sábado, Peru x Paraguai.

Em Santiago, o Chile fez 1 a 0 no finalzinho do primeiro tempo, com uma forte cabeçada de Vidal, mas cedeu o empate à Colômbia na metade do segundo, num belo giro dentro da área do seu craque James Rodríguez.

Perdida a chance de manter os 100% de aproveitamento, o campeão da Copa América caiu para o segundo lugar, com sete pontos, um a mais do que o Uruguai, dois a menos do que o Equador.

Na terça-feira, dia 17, eles se enfrentam em Montevidéu. Os colombianos, que vão dormir hoje no quinto lugar, receberão a Argentina em Barranquilla.

Altitude ajuda Equador e Bolívia

Desta vez não deu para o Uruguai. Em Quito, a 2.800 metros de altitude, o Equador continua praticamente imbatível e venceu há poucos os uruguaios por 2 a 1, mantendo a liderança nas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa de 2018 com 100% de aproveitamento.

A última vez que a seleção equatoriana perdeu em casa um jogo das Eliminatórias foi em 2009, coincidentemente contra o Uruguai. De lá para cá, venceu nove vezes e empatou uma.

O Equador não se classificou para a Copa de 2010, mas veio ao Brasil em 2014 e, pela largada nestas Eliminatórias, deve ir à Rússia em 2018. Não é só em casa que o time tem mostrado força. Na primeira rodada, em Buenos Aires, venceu a Argentina por 2 a 0.

O Uruguai, com seis pontos, tem uma parada difícil na próxima rodada: recebe o Chile, que está jogando agora com a Colômbia, e precisará da vitória em Montevidéu para se manter firme entre os candidatos às quatro vagas reservadas, sem a necessidade de passar pela repescagem, aos sul-americanos na Copa de 2018.

Em La Paz, a 3.600 metros de altitude, diante da fraquinha Venezuela, a Bolívia teve vida ainda mais fácil e venceu por 4 a 2. Foram os três primeiros pontos ganhos pelos bolivianos, que estiveram numa Copa do Mundo pela última vez em 1994 e certamente também não estarão na Rússia.

Os venezuelanos continuam no fundão, a zero. Talvez de lá não saiam até o fim das Eliminatórias.

O Vasco pede milagre da multiplicação em São Januário

Ate hoje, depois de todas as vistorias técnicas em São Januário, o Corpo de Bombeiros do Rio permite a venda de 15.311 ingressos para o Vasco x Corinthians do dia 19.

A partir de amanhã, quando haverá uma nova vistoria, os dirigentes do Vasco esperam que seja autorizada a venda de 24.311 ingressos.

A possibilidade assustou até nossa copeira Maria Antonieta, vascaína roxa, mas sensata:

– Oxente! Não sabia que São Januário é de elástico, não…

Eles e elas no Grande Prêmio do Brasil

A igualdade de gêneros chegou à largada do GP do Brasil: aquelas moçoilas contratadas para circular entre o paddock e os boxes e acompanhar os pilotos no grid estão ganhando concorrência masculina.

Em Interlagos, neste fim de semana, dez grid boys se juntarão às dez grid girls, para desgosto de alguns pilotos que não são tão politicamente corretos quanto pretendem ser os organizadores da corrida. Eles e elas farão o Grid Team.

Quando os motores roncarem, tudo será como sempre na Fórmula 1: a pista de Interlagos virará exclusividade dos meninos.

Antes e depois dos treinos e da corrida, as pistas de certas casas noturnas paulistanas também vão dividir a animação entre meninos e meninas, cada um na sua, como deixam explícitas algumas desinibidas mensagens publicitárias que até ganharam citação na prestigiadíssima coluna da coleguinha Mónica Bergamo na Folha de ontem:

 O pit stop número 1 de São Paulo – proclama-se o Hotel Bahamas no “anúncio com uma mulher de shorts e sandália agachada diante das pernas de um homem com roupa parecida com o uniforme dos pilotos”.

 Venha curtir as verdadeiras curvas da Fórmula 1 – convida o Café Photo em texto colado à “foto de uma mulher exibindo parte do seio ao lado de um carro de corrida”.

Massa comprova: falar é mais fácil do que vencer

Massa: "Se eu tivesse que escolher o técnico da Seleção, não ia pôr o Dunga"

Massa: “Se tivesse que escolher o técnico da Seleção, não ia pôr o Dunga”

Correr nas pistas, que é bom, como bem faziam Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna, ele não tem feito, tanto que é o sexto colocado nesta temporada da Fórmula 1, atrás até de seu companheiro Valtteri Bottas, mas falar ele falou e muito nesta manhã em Interlagos.

Elogiou e criticou o autódromo e estendeu a falação para os campos de futebol:

– Se eu tivesse que escolher o técnico da Seleção, não ia pôr o Dunga, pelo passado que a gente teve com ele, pela história que a gente tem no futebol. O Brasil precisa de mudança, não só no futebol.

O passado de Dunga inclui a conquista da Copa do Mundo de 1994 e o segundo lugar em 1998.

Como técnico da Seleção, Dunga não passou do quinto lugar na Copa de 2010.

Até o presente, o máximo que Massa conseguiu nas pistas, em 13 temporadas da Fórmula 1, foi o segundo lugar em 2008, pilotando uma Ferrari.

Antes, sempre pela Ferrari, tinha ficado com o terceiro lugar em 2006 e com o quarto em 2007. Nas demais temporadas, jamais passou do sexto lugar.

E se Dunga tivesse que escolher o piloto da Williams?

 

Dunga resolveu atacar?

Repórter dos bons, sempre bem informado, Roberto Thomé aposta, em seu blog no portal R7, que o Brasil vai atacar a Argentina, logo mais, com a seguinte escalação:

Alisson, Daniel Alves, Miranda, David Luiz e Felipe Luis; Luis Gustavo, Elias, Willian e Douglas Costa; Neymar e Ricardo Oliveira.

E, de leve, entrega:

– Quem me revelou esse time foi um passarinho que se veste de amarelo e anda voando baixo pelos gramados